Cuidados essenciais com a amamentação

November 27, 2008 by danielle  
Filed under Diversos

Higiene

- Antes de amamentar lave as mãos com água corrente e sabão e enxágüe bem.

- Não lave os mamilos (bico dos seios), deixe o retinho do leite, pois ele também serve de cicatrizante para os seios.

- Prepare seus seios durante a gestação, expondo-os 15 mim no solzinho das 8hr da manhã, assim eles não teram rachaduras nem fissuras.

- Não use óleo ou hidratante nos seios.

Posição

Escolha a posição mais confortável para você e para seu bebê. Deixe a sua barriga juntinha com a barriga do seu bebe, assim você transmitira seu calor para ele e o deixará mais tranqüilo, protegido e amado.

Local

Escolha um local tranqüilo e sossegado para amamentar. Esse é um momento especial entre você e seu bebê.

Ao oferecer a mama

- Tome cuidado para não asfixiar o bebê. Pressione delicadamente a mama com os dedos para afasta – lá do narizinho do seu filho.

- Verifique sempre se colocou toda a auréola (parte mais escura do seio) na boquinha do bebê.

- Ofereça sempre os dois seios, não de prioridade para um.

- Ao término da mamada, coloque o dedo mínimo o canto da boquinha do seu filho e puxe a mama suavemente. Assim você evita machucar os mamilos.

Por Francine Sarturi Prass
Fonte: www.nutricaoativa.com.br

Shantalla

November 27, 2008 by danielle  
Filed under saúde

O toque, o mais antigo dos sentidos, ainda é um tabu em nossa civilização. O médico francês Frédérick Leboyer foi o responsável por introduzir no dia-adia de muitas mães, a arte hindu de massagear as crianças aprendida com Shantalla.

Leboyer, mais poeta que médico, descobriu a magia de Shantalla durante uma viagem à Índia. Encontrou-a em meio a uma enorme favela, em Calcutá, onde trabalhavam dois amigos seus. Por dias, fotografou a moça (paralítica) que massageava seu bebê todas as manhãs, aproveitando o sol.

E ensinou a muitas outras mães, através de seus livros (Shantalla, uma antiga arte de massagem, publicado no Brasil pela editora Ground), os segredos e a forma da massagem como lhe foram transmitidos.

A idéia é fornecer o que é fundamental para as crianças: contato, amor, carinho. Através da comunicação entre a mão e a pele (e mãe e filho), feita silenciosa e atentamente, como exige toda prática corporal, surge um novo relacionamento, cheio de amor e alegria, onde o aperfeiçoamento e o cuidado se revelam, claros como o sol da manhã.

Existem livros, cursos e muitas informações sobre shantalla, mas o pouco que a gente consegue explicar são os príncipios básicos da massagem. A shantalla é um conjunto onde tudo interage e que você irá aperfeiçoar de acordo com sua sensibilidade. “O importante é o contato da mão da mãe com a pele do bebê” , conta Stephánie Sapin-Lignères, que ensina a técnica em seu curso de preparação para o parto.

A melhor hora para fazer a shantalla é antes da soneca matinal do bebê. Logo depois da massagem, você dará o banho. No verão, pode fazê-la ao ar livre, deixando a criança ao sol. A técnica pode ser iniciada quando o pequeno entra no segundo mês. Até então, eles são muito frágeis para ficarem longos períodos de tempo sem roupa.

Um aviso importante: a shantalla deve ser evitada se o bebê estiver com febre, resfriado, com disenteria ou infecções. Outro lembrete: entre o segundo e o terceiro mês, a criança só está acordada enquanto estiver com fome. Então, para você conseguir fazer a massagem, dê o peito apenas o suficiente para forrar o seu estômago e siga as demais instruções. Caso contrário, se ela estiver satisfeita, bem alimentada, irá adormecer logo em seguida, e você não poderá acarinhá-la com técnica.

Para começar

Sente-se no chão, com as pernas esticadas, costas eretas, ombros relaxados. Use óleos vegetais naturais amornados (de hamamélis, amêndoas ou camomila, por exemplo), para que não ocorram choques térmicos. Coloque o bebê sobre suas pernas, em cima de um impermeável, com uma toalha ou uma fraldinha. Vocês se olham. Você se concentra e esfrega um pouquinho do óleo nas mãos. A questão do ritmo, lento e constante, é importante. O que muda é a pressão dos dedos, que aumentará naturalmente. Os movimentos são feitos com firmeza, sempre de dentro para fora (do centro para as extremidades) ou de baixo para cima. Para completar, tente começar sempre pelo lado esquerdo e terminar do lado direito. Segundo os estudiosos da medicina oriental, este é o sentido da energia no corpo humano. Aviso às iniciantes: não se assustem com os gritinhos que a massagem provoca nos bebês – são de puro prazer.

1- Comece pelo peito, deslizando as mãos do centro para as laterais, como se estivesse alisando as páginas de um livro. 2- Em seguida, você vai cruzar suas mãos pelo peito saindo do quadril esquerdo do bebê e chegando ao ombro direito, e do quadril direito para o ombro esquerdo. Deixe suas mãos subirem como ondas, alternadamente.
3- O próxímo passo são os braços. Vire o bebê de lado, segure o ombro com uma das mãos (como um bracelete) e o pulso com a outra. Vá deslizando do ombro ao pulso e alternadamente as mãos sempre que se encontrarem. Não esqueça o ritmo. 4- A seguir, faça o mesmo com as duas mãos, indo do ombro em direção ao pulso. O movimento imita um rosca, com uma mão no sentido contrário da outra.
5- Antes de fazer o outro braço, massageie a mãozinha com os polegares. Alongue os dedinhos, dobrando-os para trás gentilmente. Repita com outro braço e a outra mão. Primeiro o esquerdo, depois o direito – este é o rumo da energia, explicam os teóricos da medicina oriental. 6 – Coloque uma das mãos na base do peito e deslize em direção ao ventre, como se estivesse esvazindo a barriga do bebê. Repita várias vezes, alternando o movimento com a outra mão.
7- Depois, com a mão esquerda, segure os pés erguidos. Com o antebraço direito, vá deslizando desde o peito até o ventre. >8- Chegamos às pernas. Repita os mesmos movimentos dos bracinhos, deslizando da coxa aos tornozelos. Primeiro, alongue. Depois, massageie com as duas mãos, sempre uma em sentido contrário da outra.
9- Primeiro, os seus polegares vão massagear do calcanhar até os dedinhos. Depois, passe a palma da sua mão na sola do pezinho do bebê. Em seguida, repita os mesmos movimentos com a outra perna. 10- É a vez das costas. Vire o bebê de bruços, atravessado em seu colo, com a cabeça para o lado esquerdo. A massagem tem três tempos. No primeiro, você coloca suas duas mãos juntas, paralelas, na nuca do bebê, e vai deslizando até as nádegas, massageando para frente e para trás. As mãos vão e vêm, subindo e descendo, mantendo o ritmo, vagarosamente.
11- No segundo tempo, sustente as nádegas do bebê com a mão direita, enquanto a mão esquerda desliza da nuca ao bumbum, lentamente. 12- No terceiro tempo, segure os pezinhos com a mão direita mantendo as perninhas esticadas elevadas. Enquanto isso, a mão esquerda passeia da nuca em direção aos pés e recomeça mais uma vez.
13- Estamos quase no fim. Vire o bebê para massagear o rosto. A partir do meio da testa do bebê, deslize a ponta de seus dedos para os lados, ao longo das sobrancelhas. Depois, coloque os seus dedos entre os olhos e deslize pelas laterais das narinas. Para finalizar, contorne a boca e o maxilar em direção às orelhas.
14- Para liberar as tensões das regiões cervical e dorsal, da caixa torácica e a respiração superior, segure as mãozinhas do bebê e cruze os bracinhos sobre o peito, fechando e abrindo. 15- Para liberar as tensões das vértebras, em especial as lombares, segure um pé do bebê e a mão do lado oposto, cruzando braço e perna, de forma que o pé se aproxime do ombro e a mão da coxa oposta. Repita o movimento do outro lado.
16- Para relaxar as articulaçoes da pélvis e dos ligamentos com a base da coluna, segure os dois pés, cruzando as perninhas sobre a barriga do bebê. Em seguida, abra as perninhas, estenda e cruze novamente, invertendo a posição.

Benefícios da Shantalla

  • Aumenta a oxigenação dos tecidos e estimula o fluxo de energia pelo organismo.
  • Favorecendo a respiração, ajudando o organismo a expelir toxinas e revitalizando o corpo.
  • A massagem também previne cólicas, prisão de ventre e insônia.
  • Tem uma ação relaxante e melhora o humor.
  • Atua diretamente sobre o desenvolvimento psicomotor.
  • Contribui para o contato afetivo e promove a harmonia do bebê com o mundo exterior.

AMAMENTAÇÃO NA SALA DE PARTO

November 27, 2008 by danielle  
Filed under aleitamento

A Semana Mundial da Amamentação de 2007, comemorada de 1o a 7 de agosto em 2007, incentivou mães, familiares, instituições hospitalares e profissionais da área da saúde a se mobilizar em torno de um tema de grande relevância: “Amamentação na Primeira Hora, Proteção sem Demora”. Assim, os benefícios do início do aleitamento materno na sala de parto foram amplamente divulgados em mais de 120 países. Segundo o ministro da Saúde do Brasil, José Gomes Temporão, a ação no país pode salvar a vida de aproximadamente sete mil bebês a cada ano.

O incentivo à amamentação no mundo tem como prioridade atingir a Meta de Desenvolvimento do Milênio, ou seja, reduzir em dois terços a mortalidade de crianças menores de cinco anos até 2015. Segundo a WABA (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno), que definiu o tema da campanha, a cada 10,9 milhões de óbitos de crianças menores de cinco anos, quatro milhões ocorrem no primeiro mês, sendo possível salvar um milhão (um quarto) destas vidas através da amamentação na primeira hora após o nascimento.

O início precoce do aleitamento materno resulta em inúmeros benefícios para a mãe e para a criança, tais como:

  1. aumento mais rápido da produção de colostro;
  2. maior proteção contra infecções, uma vez que o colostro funciona como uma primeira imunização do bebê;
  3. estímulo ao desenvolvimento do reflexo de sucção, que é mais forte na primeira hora após o nascimento;
  4. liberação de ocitocina, hormônio que aumenta a contração uterina e auxilia na prevenção da hemorragia pós-parto;
  5. contato pele-a-pele entre mãe e criança, que fortalece o vínculo entre ambos e transfere calor para o bebê;
  6. motivação e incentivo para a manutenção da amamentação por maior período de tempo, já que a OMS preconiza o aleitamento materno exclusivo (sem água, chá ou outros leites) até seis meses de vida e o aleitamento complementado com outros alimentos até dois anos ou mais.

O leite materno é o único alimento capaz de fornecer todos os nutrientes na quantidade exata de que a criança necessita para seu crescimento e desenvolvimento.

A amamentação também garante ao bebê melhor desenvolvimento da face, da dentição e da fala, bem como proteção contra infecções, alergias e doenças futuras, tais como: diabetes, hipertensão, obesidade, doença cardíaca isquêmica, hipercolesterolemia e doenças inflamatórias intestinais.

Quanto à nutriz, sabe-se que tem menos chances de desenvolver câncer de mama e de ovários, diabetes, anemia, osteoporose e depressão pós-parto. O ato de amamentar contribui ainda para a perda mais rápida do peso ganho pela mulher durante a gestação, bem como para o fortalecimento do vínculo mãe-filho.

A amamentação dentro da primeira hora após o nascimento, ao diminuir as excessivas taxas de mortalidade neonatal, torna-se o primeiro passo e uma atitude vital para a redução da mortalidade de crianças menores de cinco anos.

Salve UM milhão de bebês – comece com UMA ação, UMA hora de apoio e UMA mensagem: inicie a amamentação dentro da PRIMEIRA hora após o nascimento!

Relatora: Dra. Rosangela Gomes dos Santos
Membro do Departamento de Aleitamento Materno da SPSP – gestão 2007-2009; Responsável pelo Banco de Leite Humano do Hospital Regional Sul, São Paulo, SP.

Amamentar é especial, amamente também mamãe!

November 27, 2008 by danielle  
Filed under aleitamento

Muito se fala sobre os aspectos nutricionais dos alimentos na mídia. Nas prateleiras dos supermercados observamos óleos vegetais com ômega 3, alimentos isentos de colesterol, pobres em gorduras saturadas e assim por diante. O consumidor está ficando esclarecido e exigindo seus direitos.

Você sabe por que o leite materno é o alimento ideal para o seu bebê?
Porque é um alimento de grande complexidade biológica sem substituto equivalente.

A lactose, açúcar predominante no leite materno, e a presença de uma substância denominada Fator Bifidus favorecem o crescimento de Lactobacilus no intestino do bebê, que protegem contra o crescimento de germes patogênicos.

No leite materno existe um Fator de Crescimento responsável por acelerar o desenvolvimento das células intestinais do recém nascido. Este crescimento é importante para impedir a entrada de substâncias estranhas no organismo do bebê que possam desencadear processos alérgicos em fases posteriores de sua vida.

É importante salientar que outros leites, quando fornecidos aos bebês nos primeiros dias após o nascimento, podem intervir nos mecanismos protetores acima mencionados.

O leite materno é rico em proteínas de defesa imunológica e gordura ômega 3, importante no desenvolvimento do sistema nervoso central do recém nascido e na formação da retina ocular. O conteúdo desta gordura é quase quatro vezes maior no leite materno do que no leite de vaca.

A proteína do leite materno é de mais fácil digestão do que a do leite de vaca ou fórmulas.

Além das vantagens imediatas, o leite materno pode trazer benefícios por toda a vida. Seguem alguns:

  1. Crianças exclusivamente amamentadas por ao menos seis meses têm incidência diminuída de obesidade e hipertensão na adolescência;
  2. Crianças que recebem fórmulas infantis a base de leite de vaca antes dos dois meses de idade tem mais probabilidade de desenvolver diabetes;
  3. Crianças amamentadas exclusivamente têm menos infecções de ouvido do que as não amamentadas;
  4. A amamentação protege também contra diarréia e infecções das vias respiratórias da criança devido às características protetoras e imunológicas do leite materno citadas anteriormente;
  5. Crianças alimentadas ao seio apresentam melhor visão e desempenho em testes cognitivos quando amamentadas por períodos prolongados;
  6. Amamentar exclusivamente pode reduzir o risco de câncer de ovário e de mama que surgem antes da menopausa.

Além de suas vantagens nutricionais e de defesa, amamentar é prático, econômico e aumenta o vínculo entre a mãe e o filho.
Com tantas vantagens é possível não incentivar este consumo?
AMAMENTE E INCENTIVE A AMAMENTAÇÃO! VOCÊ ESTARÁ INCENTIVANDO A SAÚDE!

Relatora: Dra. Vera Lúcia Figueiredo Senise
Membro do Departamento de Neonatologia da SPSP; Chefe do Serviço de Neonatologia do Hospital Ipiranga, da Secretaria de Estado da Saúde, SP
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Por que devo doar leite humano? Como proceder para realizar a doação?

November 27, 2008 by danielle  
Filed under aleitamento

Alguns recém-nascidos, por problemas relacionadas à sua saúde e/ou à de sua mãe, podem estar parcial ou totalmente impossibilitados de receber leite de peito. Na ausência desse precioso alimento, somos obrigados, muitas vezes, a recorrer às fórmulas lácteas; estas, além de possuírem composição nutricional qualitativamente inferior à do leite humano, não contêm anticorpos (células de defesa do organismo), fundamentais na recuperação e manutenção da qualidade de vida do pequeno ser em crescimento.

Prematuros de alto risco, recém-nascidos de muito baixo peso, com imunodeficiências ou doenças crônicas e graves, contam com um aliado importante para sua recuperação: o LEITE HUMANO. No entanto, para que tais crianças possam recebê-lo, é necessário que os Bancos de Leite Humano, dependentes de doações, recebam leite suficiente para manter seus estoques. Infelizmente, leite humano é um produto que anda em falta. Estima-se que haja um enorme desperdício do mesmo por falta de conhecimento do serviço prestado pelos Bancos de Leite Humano. Por essa razão, é importante que mães com excesso de produção láctea se disponham a doar esse importante alimento, contribuindo para a recuperação de recém-nascidos de alto risco.

O leite humano não pode ser comprado. SUA DOAÇÃO É VOLUNTÁRIA, o que torna necessário o trabalho de divulgação dos Bancos de Leite Humano. As nutrizes que produzem excesso de leite em relação à demanda de seus filhos podem procurar o Banco de Leite mais próximo de sua residência, onde serão orientadas quanto aos procedimentos para a doação, bem como quanto aos cuidados com a mama ou a possíveis dificuldades durante o aleitamento materno.

Quaisquer mulheres saudáveis, que não possuam doenças infecto-contagiosas ou outras contra-indicações para a amamentação, podem ser doadoras. Elas não são obrigadas a doar o seu leite diariamente, devendo fazê-lo apenas quando houver produção excedente. O leite coletado no domicílio será recolhido pela equipe do Banco de Leite Humano. Para mais informações, acesse o site: www.fiocruz.br/redeblh/ e encontre o Banco de Leite Humano mais próximo de sua residência.

O Estado de São Paulo possui 50 Bancos de Leite Humano em 36 municípios, sendo 17 deles no município de São Paulo.
Como colher o leite materno para doação

  1. Procurar um lugar calmo e limpo. Evitar colher em banheiros.
  2. Colocar touca cobrindo todo o cabelo.
  3. Retirar relógio, anéis e pulseiras.
  4. Lavar bem as mãos com água e sabão até a altura dos cotovelos.
  5. Lavar as mamas com água e enxugar com um pano limpo.
  6. Desprezar as primeiras gotas antes de iniciar a coleta.
  7. Colocar em frasco fornecido pelo Banco de Leite Humano ou previamente esterilizado em casa (vidro transparente com tampa de plástico, lavado e fervido em água limpa por 15 minutos, secado naturalmente, com a abertura para baixo, fechado e guardado em ambiente limpo por até 7dias).
  8. Colocar nome e data da primeira coleta no frasco.
  9. Retirar o leite de ambas as mamas até que o fluxo diminua.
  10. A melhor ordenha é a manual, pois evita traumas nas mamas.
  11. Conservar o leite congelado (usar o congelador da geladeira ou o freezer). Colocar o leite recém retirado sobre o já congelado.
  12. Fazer contato com o Banco de Leite mais próximo para que este efetue a coleta no domicílio.

OBSERVAÇÃO: O leite materno cru dura 24 horas na geladeira e 15 dias no congelador.
Como descongelar e oferecer o leite humano

  1. Colocar o leite ordenhado na geladeira se for utilizá-lo para seu próprio filho.
  2. Se for armazená-lo ou doá-lo, é necessário guardá-lo imediatamente no congelador ou freezer.
  3. Para ser oferecido à criança, o leite deve ser retirado do freezer ou do congelador e aquecido em banho-maria, sempre com fogo desligado, agitando-se o vidro lentamente para misturar seus componentes.
  4. Caso o leite esteja na geladeira (descongelado), para oferecê-lo à criança é necessário amorná-lo também em banho-maria, com o fogo desligado.
  5. Aquecer somente a quantidade a ser utilizada, desprezando-se eventual sobra no recipiente já administrado ao bebê.
  6. O restante do leite já descongelado, mas ainda não administrado ao bebê, pode ser guardado na geladeira por até 24 horas.
  7. Oferecer o leite ordenhado à criança em copinho ou xícara, devendo evitar mamadeira pelo risco de posterior confusão de bicos.
  8. O leite ordenhado não deve ser aquecido em forno de microondas.
  9. Pode-se misturar o leite ordenhado a frutas e farinhas.


Links úteis

Rede Brasileira de Bancos de Leite
Associação Brasileira dos Profissionais de Bancos de Leite Humano e de Aleitamento Materno


Relatora: Dra. Rosangela Gomes dos Santos
Membro do Departamento de Aleitamento Materno da SPSP – gestão 2007-2009; Responsável pelo Banco de Leite Humano do Hospital Regional Sul, São Paulo, SP.

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