Salário maternidade
O salário-maternidade é o benefício a que tem direito as seguradas empregada, empregada doméstica, contribuinte individual e facultativa, por ocasião do parto, da adoção ou da guarda judicial para fins de adoção. A Previdência Social não exige carência para conceder esse benefício.
Como solicitar
O Salário-maternidade pode ser solicitado pela Internet http://www.dataprev.gov.br/servicos/salmat/salmat.ht ou nas Agências da Previdência Social.
Pode-se solicitar o salário-maternidade a partir das seguintes condições:
8º mês de gestação, comprovado através de atestado médico;
A partir da data do parto, com apresentação da Certidão de Nascimento;
A partir da data do deferimento da medida liminar nos autos de adoção ou da data da lavratura da Certidão de Nascimento do adotado.
Quanto tempo é fornecido
O salário-maternidade é fornecido por 120 dias a partir do parto ou por definição médica, 28 dias antes e 91 dias após o parto.
No caso de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção:
Por 120 dias para criança de até um ano de idade;
Por 60 dias para criança de um ano e um dia até quatro anos de idade;
Por 30 dias para criança de quatro anos e um dia até oito anos de idade.
Valor do benefício
Para segurada empregada: valor mensal igual à sua remuneração integral, no mês de seu afastamento ou em caso de salário variável, igual à média dos 6 (seis) últimos meses de trabalho, apurada conforme a lei salarial ou dissídio da categoria (art.393 da CLT). Não será considerado como salário variável o décimo terceiro salário ou férias, porventura recebidos;
Para segurada empregada doméstica: valor correspondente ao do seu último salário de contribuição, que não será inferior ao do salário-mínimo e nem superior ao limite máximo do salário de contribuição;
Para segurada contribuinte individual ou facultativa: um doze avos da soma dos doze últimos salários-de-contribuição, apurados em períodos não superior a quinze meses.
Fonte: Previdência Social
Alimentação Infantil
A família exerce um papel fundamental na alimentação infantil e em seu processo de desenvolvimento psicológico.
Atitudes superprotetoras, disciplina excessiva, abandono, desprezo, ciúmes, patologias infecciosas e muitos outros fatores podem levar a criança a comportamentos de risco em relação à alimentação.
Ao analizar uma criança que não come, deve-se levar em consideração suas necessidades metabólicas e sua sensação de fome e saciedade. Se a criança não se alimenta do jeito que a mãe julga necessário de forma quantitativa e qualitativa, a sua interpretação é de que esta não come direito. Cria-se assim um mecanismo de desajustes na relação familiar.
Para a criança, a alimentação é o momento de contato afetivo e vínculo com a mãe. Se não for criada uma boa relação alimentar, a relação mãe-filho pode ser prejudicada e a criança passa a não comer para chamar a atenção ou impor sua vontade.
Dicas para uma alimentação mais feliz
Não se deve forçar a criança a comer o que ela não gosta. Em caso de recusa, interromper a refeição, mais tarde torne a oferecê-la.
Os pais devem servir de modelo, por isso, sua dieta, se estiver incorreta, deve ser modificada para que a criança apreciar os alimentos.
Evitar das lanches como hambúrguer, refrigerantes, biscoitos… antes das refeições.
Evite juntar sensações associadas ao ato da alimentação, por exemplo: contar histórias, ligar a televisão.
Mostrar interesse com o ato de alimentar, sem demonstrar preocupação pela quantidade do alimento ingerido.
Não fazer comparações com outros irmãos ou amigos.
O ambiente em que é servida a refeição deve ser calmo, isolado das áreas de maior ativade doméstica.
Evitar oferecer alimentos gordurosos e com alto teor de hidrato de carbono, porque provocará uma saciedade precoce e o esvaziamento gástrico será mais lento.
Não usar tônicos para estimular o apetite.
Verificar a vigência de qualquer processo infeccioso, por menor que seja.
Não dar medicamentos de sabor desagradável durante as refeições.
Recuperar o prazer da alimentação através de um cardápio especial, fazendo pratos bem coloridos e atraentes.
Não forçar a criança come mais do que ela consegue. Em geral as mães nunca estão satisfeitas com a quantidade que os filhos comem.
O amor e a compreensão são os melhores remédios para reverter o quadro de anorexia comportamental.
Uma alimentação balanceada é essencial para a saúde por acelerar o processo de recuperação da criança e até reduzir o número de doenças.
Pra quem pensa que bebê saudável é bebê gorduchinho…
Os médicos advertem: quanto mais gordo, pior
Forte, rechonchudo, cheio de dobrinhas. No bebê fica uma graça. Mas quem quer ser um adulto obeso? Só que uma situação pode levar a outra. E lá se vai o sossego de tanta gente que passará a vida contando calorias e aprisionada a dietas de fome. Por que arriscar seu filho tanto assim?
O sentido do paladar
Obesidade é doença, sim. E começa ainda no útero, quando uma dieta mal orientada da futura-mamãe leva o bebê a nascer com excesso de peso. E pior: demonstrando preferir os sabores que ela se acostumou a experimentar.
É verdade que o gosto meio alcalino e a consistência sempre igual do líquido amniótico não lhe permitiram desenvolver muito o sentido do paladar. Mas ele consegue distinguir, ainda que de forma rudimentar, o principal: doce, salgado, amargo e ácido.
Se, durante a gestação, sua mãe consumir uma grande quantidade de doces, por exemplo, a tendência é de que ele também venha a gostar mais deste tipo de sabor.
Adeus, dobrinhas
Em média, os meninos nascem com 3,300kg e 51cm. As meninas, com 3,100kg e 50cm. Ocorrem pequenas variações na tabela, mas tem que haver uma certa proporcionalidade entre altura e peso.
Nos padrões antigos, o chamado bebê saudável tinha enormes bochechas, braços, pernas e pescoço cheios de dobrinhas. Hoje, sabe-se que a obesidade causa desde disfunções renais e cardiovasculares a diabetes, distúrbios de crescimento e outras doenças. Além de influir negativamente na auto-imagem e no equilíbrio emocional da criança.
Gordura x formosura
Os atuais índices de crescimento que levam em conta idade, peso e altura consideram obesos os bebês que estão 20% acima da tabela ideal. Para isso, contribuem a herança genética, o sedentarismo, a alimentação inadequada e a própria ansiedade da família.
Não são nada raras as comparações com os bebês das revistas, tão bonitos e…gordinhos. Bem comum também é o hábito de interpretar a simples manha como fome. Ou de achar que seu leite não é suficientemente nutritivo, apelando para uma complementação.
O neném pede ou aceita a comida, não somente pelo apetite. Passa a fazer isto pela necessidade de suprir alguma carência emocional. Daí para a obesidade, o caminho é curto. E cheio de deliciosas tentações.
Nem tudo são doces
De grama em grama, a criança se mostra cada dia mais voraz. Começou fofinha, bolinha mas, alguns anos depois, quando chegar à escola, os apelidos não serão nada carinhosos. Assim como sua relação com os amigos e com ela mesma.
Por isso, tão importante quanto tratar a obesidade é detectá-la o quanto antes. O pediatra normalmente dá o primeiro sinal de alerta. A partir deste ponto, cabe aos pais, com a orientação do médico, promover uma mudança radical no comportamento e nos hábitos alimentares da família.
Os resultados demoram um pouco a aparecer. Mas é preciso insistir. E estar ao lado da criança para, junto com ela, descobrir novos sabores. Menos doces. Muito mais saudáveis.
Até os 6 meses, pelo menos, o bebê só precisa do leite materno. Ele tem todos os nutrientes necessários para o seu pleno desenvolvimento.
A partir do 6º mês, começa a alimentação sólida, com papinhas de frutas e legumes. Aos poucos, vá ampliando o cardápio para que ele consuma também vitaminas, proteínas, carboidratos e sais minerais, na medida certa.
Respeite os horários das refeições principais, evitando substituí-las por mingaus, biscoitos, sanduíches ou sorvetes.
Estimule as atividades físicas, como a natação, indicada desde cedo. Leve seu filho diariamente ao playgroud ou à pracinha, para pedalar, correr, escalar os brinquedos, movimentar-se.
Evite os refrigerantes, que ficam para as festinhas e os finais de semana. Em seu lugar, ofereça sucos de frutas variados.
Lugar de comer é na mesa e não na frente da televisão.
A educação alimentar começa pela família. Afinal, se devorarmos barras de chocolate, como convencer nossos filhos a preferirem frutas na sobremesa?
Atenção!
Não usar jamais a comida como consolo para momentos de tristeza, nem como um tipo de recompensa.
Regina Protasio
Consultoria: Dr. Paulo Roberto Lopes, pediatra. Médico da Unidade Materno-Infantil do Hospital dos Servidores/RJ
CUIDADO COM A DIARRÉIA E DESIDRATAÇÃO!!!
uito comum em bebês e crianças pequenas, por não terem sua imunidade plenamente desenvolvida, a diarréia elimina, junto com as fezes, líquidos e sais minerais, levando, muito rapidamente, à desidratação.
Dados do Unicef mostram que mais de um milhão de crianças morrem por ano, no mundo, devido à doença, considerada um problema de saúde pública nos países subdesenvolvidos. Portanto, logo nos primeiros sintomas, a hidratação com soro é indispensável.
O que o bebê sente
A diarréia se caracteriza por episódios de evacuações freqüentes, com fezes moles, aguadas e sem consistência. Também causa febre, cólicas, mal-estar, dor de cabeça, náuseas, gases, perda de apetite e enfraquecimento.
Em geral, a situação piora nos dias mais quentes, quando os alimentos estragam facilmente, o que nem sempre é identificado pelos adultos na compra ou no preparo.
Vírus, bactérias & parasitas
Qualquer que seja a causa, a diarréia se apresenta de formas mais brandas às mais graves. Pode ter origem virótica, como a desencadeada pelo rotavírus, ou pela presença de bactérias no organismo, como Escherichia coli, Shigella, Salmonella e, ainda, através de parasitas, como Giárdia lamblia.
Intolerância alimentar, por exemplo à lactose (açúcar do leite), alergias a medicamentos, como antibióticos ou excesso de sol também provocam a diarréia. Neste caso, a insolação vem acompanhada, ainda de dor de cabeça, vômito e febre, e pode evoluir para a desidratação. Os médicos recomendam que, na praia ou piscina, a criança beba água a cada 20 minutos, use um chapéu, fique embaixo da barraca e respeite o horário antes das 10:00h e depois das 15:00h. Dependendo da causa, a diarréia é temporária (poucos dias); persistente (mais de duas semanas) ou crônica (quase um mês). Mas, em todos os casos, a criança acaba perdendo peso, porque bactérias, parasitas e protozoários, presentes na parede abdominal, prejudicam a absorção dos alimentos.
Rotavírus: cuidado com ele
Transmitido pelo ar, principalmente se o bebê estiver com o sistema imunológico debilitado, causa vômitos e diarréia grave, que deixa as fezes com a consistência aguada. Persiste de sete a dez dias, trazendo muita indisposição, dores no corpo e na cabeça. O rotavírus é o responsável por surtos em escolas, berçários, creches e hospitais. Atinge principalmente crianças até cinco anos e o intervalo entre a contaminação e o aparecimento da doença varia de um a dois dias. Em geral, requer internação, para que o bebê fique no soro e não desidrate.
Salmonella: contamina os alimentos
Bactéria que leva à intoxicação alimentar, por infecção, costuma ser uma das causas mais freqüentes de diarréia. Também provoca mal-estar, cólicas e, às vezes, febre. O período de incubação é de 8 a 22 horas, após a ingestão do alimento contaminado e a intensidade dos sintomas depende do número de bactérias e da quantidade ingerida.
Carnes e aves cruas ou mal-passadas, verduras mal-lavadas, leite sem fervura, maioneses não industrializadas ou guardadas fora da refrigeração e ovos crus, como nas gemadas ou musses são facilmente contaminados pela salmonella. No caso de bolos ou suflês, que também levam ovos crus, o consumo pode ser feito sem preocupação, já que o calor do fogo, durante o preparo, mata a bactéria e outros microorganismos.
Atenção!
Os quadros mais graves e com sintomas imediatos são causados pela toxina bacteriana (e não a bactéria viva) caracterizando envenenamento alimentar.
De olho nos sintomas
Em um bebê muito pequeno, a mãe tem dificuldade em avaliar se ele está com diarréia ou não, já que, nessa época são normais as evacuações após cada mamada e cocô mole e aguado. Portanto, é preciso ficar atenta a sinais como cólicas, estufamento do abdômen, excesso de gases, mal-estar, agitação ou prostração, dor de cabeça, náuseas, vômitos, febre, e, principalmente, à consistência e a freqüências das fezes.
Desidratação rápida
O maior perigo da diarréia é a desidratação, que pode acontecer, rapidamente, em crianças pequenas, causando perda de líquido com uma quantidade de sais minerais. Portanto, a primeira preocupação deve ser a hidratação. Pequenas quantidades de soro (uma mistura de água, sal e açúcar) oferecidas, aos poucos, após cada evacuação, ajuda a repor o líquido e a restabelecer as funções do aparelho digestivo.
Atenção!
Somente o pediatra pode receitar antidiarréicos. Em certos casos, esses medicamentos absorvem água demais, dando a falsa impressão de que a doença já acabou. Se o bebê está vomitando, somente a medicação injetável terá resultado.
São sinais de desidratação
olheiras
boca seca ou saliva espessa
respiração ofegante
aumento da freqüência cardíaca
choro sem lágrimas
mucosas secas
enrugamento da pele quando pressionada
moleira funda
irritabilidade ou sonolência
perda de peso
pouca urina, com a coloração amarelada ou alaranjada
Podem aparecer assaduras
A diarréia deixa a pele seca da região genital mais seca e, portanto, sensível a assaduras. É preciso lavar bem o local, com água e sabonete neutro, após cada evacuação. E trocar a fralda sempre que estiver molhada ou suja.
O que comer, o que beber
Bebês que ainda mamam no peito devem continuar obrigatoriamente com a amamentação. O leite materno contém água, sais minerais e anticorpos da mãe, indispensáveis para que ele se recupere rapidamente. Depois do desmame, os médicos recomendam líquidos leves, sucos e sopas durante as crises, sempre em pequenas quantidades. Sucos de frutas ácidas, como o de laranja, e refrigerantes, com muitos gases e açúcares, ao contrário do que se pensa, aumentam a diarréia. O ideal é a água, em grande quantidade, que além de evitar a desidratação, faz uma espécie de limpeza no organismo. Gorduras, feijões, folhas, fibras, queijo, leite e achocolatados, de difícil digestão, ficam fora da dieta. Assim como a pêra, ameixa, uva e o mamão, de efeito laxante. Já a maçã, a banana, a goiaba e o caju ajudam a prender o intestino. Imediatamente após a melhora, a criança ainda vai se sentir debilitada e com algum mal-estar. Não é o momento para refeições pesadas, mas pratos leves, como arroz, purê, batatas cozidas, carnes brancas e grelhadas.
Você pode evitar a desidratação
Preste atenção na alimentação das crianças. Ao perceber qualquer alteração, prove, primeiro.
Lave bem as mãos com água e sabonete antes de manusear os alimentos para cozinhar ou comer. E, ainda, antes de pegar o bebê, trocar fraldas e tocar em qualquer objeto que vá para a boca do neném.
Cozinhe bem os alimentos, especialmente as carnes.
Evite oferecer alimentos muito condimentados, com temperos picantes ou diferentes do que a criança está habituada.
Ao cozinhar ou fazer gelo, use sempre água filtrada ou fervida.
Descongele os alimentos na geladeira ou microondas, nunca em temperatura ambiente.
Não deixe seu filho beber água, sucos ou refrigerantes direto da garrafa. Ofereça um copo limpo.
Mamadeiras, bicos e chupetas devem ser esterilizados antes de cada uso.
Antes de pedir a comida em restaurantes ou lanchonetes, verifique as condições de higiene do local. Se desconfiar de algum odor ou sabor desagradável, suspenda a refeição.
Confira o prazo de validade dos alimentos antes da compra e antes de prepará-los ou servir a refeição.
Sabe fazer o soro caseiro?
A cada 20 minutos, dar uma colher (sopa) de soro, que pode ser comprado em farmácia ou preparado em casa. A receita é bem simples: dilua em um copo médio, com água filtrada e fervida, uma pitada de sal e três de açúcar.
Danielle Mora
Consultoria: Dr. Paulo Lopes, pediatra.
Nascimento da 1ª dentição
A gengiva do bebê pode apresentar sintomas como irritação, estado febril e desconforto em geral. Podem ocorrer fezes mais líquidas e outros. Para aliviar o desconforto, o bebê pode usar mordedores de borracha para massagear a gengiva.
Orientações à mãe, quanto à época de nascer os dentinhos
O bebê poderá apresentar alguns sintomas passageiros, antes ou durante a erupção dental. Esses sintomas podem aparecer juntos ou isoladamente, são eles:
***salivação aumentada,
***agitação do bebê durante o sono e às vezes diarréia; porém a febre ou infecções pulmonares não estão relacionadas com o nascimento dos dentinhos de seu filho, podendo aparecer por coincidência na mesma época.
A ordem em que os dentes de seu bebê aparecem:
Algumas crianças já nascem com o dentinho de leite(dentição decídua), chamados natais ou neonatais. As mães não devem ficar apavoradas com isso, devendo procurar um odontopediatra para melhor orientá-las, até mesmo para não ter desconforto durante a amamentação de seu filho.
Por volta dos 6 meses de idade podem surgir os primeiros dentinhos que são os incisivos centrais inferiores, depois em ordem crescente:
***os incisivos centrais superiores;
***os incisivos laterais inferiores(por volta dos 11 meses de idade);
***os incisivos laterais superiores(por volta de 1 ano e 2 meses de idade).
Seguem-se os primeiros molares decíduos, os caninos e os segundos molares decíduos. Aos 2 anos e meio, seu filhinho terá todos os dentes de leite(dentição decídua completa).
Importante:
Assim que nascer o primeiro dentinho do seu filho é preciso sempre higienizá-lo!!!



