Seu filho recebeu todas as vacinas a que tem direito? Exija.

February 20, 2009 by danielle  
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O Ministério da Saúde iniciou em agosto uma gigantesca vacinação contra a rubéola no país. Foi um esforço altamente elogiável do governo, que procura até 2010 eliminar a

doença. Em 2008 houve 8 mil casos registrados no país e 20 bebês nasceram com seqüelas da síndrome da rubéola congênita.

A rubéola é uma enfermidade simples, que muitas vezes passa despercebida. Quase todas as crianças tinham rubéola e fala-se até que os pais antigamente facilitavam o contágio para deixar seus filhos livres de uma das doenças eruptivas e específicas da infância.

No entanto, quando uma mulher grávida tem a doença, de forma manifesta ou não, seu bebê pode nascer com a síndrome da rubéola congênita, quadro que pode incluir cegueira, microcefalia, surdez, retardo mental, encefalopatias com retardo mental e outras seqüelas.

Há muitos anos atrás iniciou-se a vacinação contra a rubéola. Os resultados foram magníficos. As mulheres já vacinadas contra a rubéola não corriam mais o risco de gerar bebês com a síndrome da rubéola congênita.

No entando, a vacina no Brasil não era para todos. Não era disponível nos Postos de Saúde e não fazia parte do calendário oficial de vacinas no Brasil. Ela tinha que ser aplicada apenas em buy cialis online usa clínicas particulares. A maioria da população não podia pagar pelo seu custo e, em conseqüência, continuavam a nascer bebês com a síndrome da rubéola congênita.

Foi ainda nessa época que, em uma palestra que fiz em uma instituição de um munícipio do prescription drugs without a prescription interior do estado do Rio de Janeiro, falei do assunto e denunciei o fato de a vacina não ser acessível para todos. Ao terminar a palestra, vieram as perguntas. Uma delas era de uma mãe sentada logo à frente, com uma criança de cerca de 4 anos, que apresentava visivelmente vários problemas, inclusive microcefalia. E ela me perguntou quanto custava a aplicação da vacina. Quando lhe disse, ela se manifestou diante de um auditório lotado que, se ela tivesse economizado o equivalente a X maços de cigarro que ela fumava, seu filho teria nascido são. Não sei o que respondi.

O Brasil avançou muito na prevenção de inúmeras enfermidades graças às bem sucedidas campanhas de imunização. No entanto, é importante lembrar que todas as crianças devem ter acesso a todas as vacinas disponíveis. Ainda não é o que o ocorre. Algumas vacinas como da meningite, da varicela, da hepatite A, do pneumococus e do papiploma vírus, só são disponibilizadas para quem pode por elas pagar.

Hoje, 25/07/08, em um hospital do Rio, uma criança está internada no CTI, com um quadro gravíssimo de purpura fulminans pós varicela, com risco de morrer. Apesar de benígna a varicela (catapora) pode complicar com vasculite, síndrome de Reye, infecção generalizada e encefalite.

Nos EUA a vacina contra a catapora é aplicada com 1 ano de idade associada à rubéola, caxumba e sarampo. E uma dose dessa vacina quádrupla custa cerca de U$ 10 (R$ 15). A vacina contra catapora, isoladamente, custa cerca de U$ 7 (R$ 10). No Brasil, as clínicas particulares cobram cerca de R$ 100 pela aplicação da vacina.

Segundo o governo, não há recursos para a inclusão de todas as vacinas no calendário oficial. Por enquanto, a solução é pagar a aplicação particularmente ou, em casos excepcionais, procurar o CRIES (Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais).

Deve ser lembrado que a vacina contra a catapora foi licenciada nos EUA em 1995, portanto, há 13 anos atrás.

Para ver se seu filho tomou todas as vacinas, confira no Calendário de Vacinação da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), e compare com o Calendário Oficial do Ministério da Saúde. Fale com seu pediatra a respeito.

Seu filho tem direito a todas as vacinas indicadas pela SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), mesmo que elas não estejam disponíveis no Posto de Saúde.

Disponibilizar todas as vacinas para todas as crianças brasileiras tem que ser prioridade para o Ministério da Saúde. É uma questão de justiça social.

Lauro Monteiro
Editor
Fonte: OBSEVATÓRIO DA INFÂNCIA

Ministério Público cria site sobre navegação segura na internet para crianças e adolescentes

February 20, 2009 by danielle  
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O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) lançou um site com explicações sobre cialis soft tabs vs cialis os riscos que crianças e adolescentes estão expostos quando navegam na internet, especialmente a pedofilia.

Elaborada pelo Centro de Apoio da Infância e Juventude (CIJ), a página Navegação Segura na Internet foi ao ar na terça-feira, Dia Mundial da Internet Segura. No site também é possível denunciar, por meio de um formulário, casos de pornografia infantil.

A criação da página também tem o objetivo de fortalecer a rede nacional de órgãos dedicados ao combate de atividades que usam a internet para ferir direitos de crianças e adolescentes.

— Sabemos que a internet constitui uma importante ferramenta para comunicação, informação e entretenimento. Contudo, pais, responsáveis e jovens devem estar cientes de que a internet também oferece alguns riscos — explica o coordenador-geral do CIJ, Marcelo Gomes Silva.

Dados da associação italiana Telefono Arcobaleno revela que em 2007 foram identificados, por meio de denúncias, 39.418 sites de pedofilia em todo o mundo, mais que o dobro do registrado em 2003.

A hospedagem desses sites concentrou-se na Alemanha, Holanda e Estados Cheap Cialis Online Without Prescription Unidos. Em 2003, o Brasil ocupou a quarta posição neste ranking.

Fonte:
http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a2404102.xml
Veículo de Imprensa:
Veículo Nacional
Autor:
Diário Catarinense
Página oferece formulário para que sejam feitas denúncias de casos de pornografia infantil

CPI da Pedofilia realiza primeira reunião de 2009

February 20, 2009 by danielle  
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia marcou para a tarde desta terça-feira (17) sua primeira reunião administrativa do ano. De acordo com informações da secretaria da comissão, deverão ser apreciados e votados requerimentos para realização de diligências e de oitivas. A reunião acontecerá a partir das 14h, na Sala 2 da Ala Nilo Coelho.

O colegiado aprovou em dezembro requerimentos para a realização de audiências no Pará e no Amazonas. Na ocasião, também foi aprovado requerimento convocando o prefeito de Coari (AM), Adail Pinheiro, acusado de abusar sexualmente de uma menina de 12 anos. Sobre o caso, devem ser ouvidos ainda, como convidados, o superintendente da Polícia Federal do Amazonas, Sérgio Fontes, cheap prescription drugs without prescription e a mãe da menor, Ana Célia de Souza.

Em entrevista à Rádio Senado na última semana, o senador Magno Malta how to get cialis (PR-ES), presidente da CPI, afirmou que a comissão tem acompanhado o trabalho do grupo de peritos que investiga 18.500 álbuns fechados do Orkut, a partir de dados entregues pelo Google à CPI, em novembro de 2008. Ele se disse confiante no resultado da perícia e na prisão de pedófilos que usam a Internet.

Os álbuns, suspeitos de divulgar pornografia infantil, foram identificados com base em denúncias feitas à Safernet Brasil. Ao lembrar lei sancionada em novembro, que criminaliza o armazenamento e a posse de material pedófilo, Magno Malta ressaltou que poderão ser expedidos mandados de prisão dos responsáveis pela divulgação de pornografia infantil nos álbuns do Orkut.

Fonte:
http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=88077&codAplicativo=2
Veículo de Imprensa:
Agência Senado
Autor:
Agência Senado

QUER SABER O DIREITO DOS BEBÊS? LEIA AQUI!

February 19, 2009 by danielle  
Filed under Destaques, Mensagens

1. DIREITO DE TER UMA MÃE

O instinto materno vem sofrendo mudanças na vida moderna, mãe é mãe e o bebê precisa dela, de seus braços, do aconchego, do seu leite, seus cuidados, sua voz. Mas mãe é mãe, sem hesitação, sem se sentir obrigada, sem ser sacrificada. A essência da maternidade é sua criatividade instintiva para estabelecer uma relação positiva com o bebê. O bebê humano, para alcançar suas amplas potencialidades, leva algum tempo para amadurecer. Para isso, ele necessita de boas condições indispensáveis e oxigenação constante e adequada e de cuidados maternos, que lhe proporcionam um bom desenvolvimento psicomotor.

O crescimento cerebral é intenso e acelerado - mas ao nascer a matéria cinzenta é incompleta, as células ainda não estão prontas. O recém- nascido é um ser indefeso e só funciona por meio da mãe, da qual não pode separar- se. O vínculo que se desnvolve entre ele e a mãe é que lhe confere o amadurecimento do sistema nervoso.

2. DIREITO A UMA BOA OXIGENAÇÃO

O bebê precisa ” aprender” a respirar - sua primeira respiração é o choro do nascimento. Depois que ele expele os líquidos do pulmão, ele começa a buscar oxigênio, ainda com a respiração superficial e rápida. O diafragma começa aprender a levar ar para os pulmões. Como é que o bebê começa a respirar? Pelo toque materno, a cada vez que é manuseado pela mãe, ele respira mais profundamente nos primeiros dias, nesse contato corpo a corpo com ela, ele vai acompanhando o ritmo de sua respiração. É por isso que ele não pode ficar ” hibernando”. Ele precisa ser tocado, manuseado. Passar a mão na cabeça, acarinha- lo, balançá- lo gentilmente, dar o peito tudo isso o ajuda a respirar melhor. Ele não precisa ficar chorando para respirar melhor - precisa é de ” maternagem “, que coloca em ação certos reflexos nervosos que lhe asseguram uma boa respiração. A oxigenação adequada é um dos fatores responsáveis pelo rápido desenvolvimento cerebral. Respirar bem é um dos principais fatores para uma boa forma física e mental para toda vida.

3. DIREITO AO COMPORTAMENTO INSTINTIVO

O bebê apresenta movimentos e reflexos involuntários, considerados ” sem propósito”, mas que têm grande influência na circulação.

Ainda no útero, os movimentos fetaisaumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro e demais tecidos do bebê.

Os ” espantos “, viradas bruscas da cabeça e do corpo têm a finalidade de expandir os capilares e levar mais sangue para os pulmões e o cérebro.

É por isso que, quando os movimentos de um bebê são tolhidos por luvas e macacões constritores par impedir a sucção dos dedos, provoca reações de pânico como se a respiração estivesse faltando. É evidente que a livre movimentação dos músculos é necessária para saúde e bem- estar do bebê.

Os bebês não pensam para agir - seu comportamento é todo instintivo, com reação aos estímulos e toques que determinam o estabelecimento do princípio do prazer- dor- prazer e servem ao sentimento de ter um self.

Enquanto seu amadurecimento não acontece, a mãe tem que pensar por ele, mas com a devida sabedoria para que não se aplique em tornar mais inútil a tarefa deexigir dele níveis mais altos de compreensão.

Mesmo pessoas inteligentes caem na cilada de deixar o bebê chorando ” para aprender”- e mesmo esperar o alimento!

As necessidades do bebê exigem atendimento rápido - somente pelo segundo ano a criança estará pronta para aprender o que lhe convém.

Bebês entregues a si mesmos desenvolvem atitudes autistas de desamparo e sucção deseperada dos dedos.

Há mães que rejeitam os comportamentos preventivos dos bebês, cujas características são exclusivamente biológicas, ligadas a sucção e eliminação do alimento e à respiração, enquanto cérebro desenvolve o bebê cresce. Posturas rígidas, horários certos e controle de fraldas nessa idade precoce são modos ridículos de afrontar a natureza.

4. DIREITO AO SONO

Nos primeiros três meses, o bebê não tem o sono naturalizado - fica numa espécie de torpor enquanto certas funções inernas se organizam.

O sono profundo e regular só acontece pelo fim do terceiro mês. Até lá, o bebê deve ser tirado do seu torpor a intervalos frequentes e levado ao seio. Essas medidas são altamente positivas quanto à oxigenação do cérebro, que se ativa a cada movimentação do corpo e a cada mamada. Tentar ” ensinar” o controle de fraldas precocemente a um bebê é uma atitude rídicula que afronta a natureza.

Deve- se também lembrar que a finalidade de embalar e ninar o bebê lhe confere estímulos sensoriais necessários ao tônus muscular quando se canta ( acalanto).

O sentido biológico do acalanto é que o cérebro está “dormindo sossegado” e que a mamãe está cuidando do soninho.

5. SENTIR E SER TOCADO

A reação dos bebês ao comportamento corporal traduz- se em crises de choro, hábito desesperado de chupar os dedos, outros regurgitam ou entram em estado de inanição ou até em choque.

Quanto mais tiver seus movimentos tolhidos ou se estiver sofrendo de asfixia neonatal, mais seu desenvolvimento se tornará negativo. Os impulsos funcionais são inicialmente muito difusos para se organizarem, precisam de toque e satisfação oral.

O choro nas primeiras semanas tem a finalidade de exercitar a respiração, mas, subsequentemente, se o bebê não é confortado e acalantado, o choro pode persistir como hábito. Além disso, o bebê pode passar a bater a cabeça no berço ou assumir ares de alheamento com o olhar vago e perdido, adquirir hábitos auto- críticos ou retardar a fala.

Quando o vínculo mãe- filho é completo, o desenvolvimento manual flui de maneira integrada. Quem quiser conferir a diferença, é só observar crianças neglignciadas e criadas sem mãe.

6. DIREITO DE TER UM PAi

Embora o papel da mãe junto ao bebê ocupe o primeiro plano, usa cialis o papel do pai não pode ser negligenciado, sob pena de deixar um vácuo na criança. Para ela, uma das experiência mais fortes é sentir que há dois tipos de pessoas no mundo, diferentes nas qualidades e na aparência, e que são complementares e a cujos cuidados o bebê tem direito.

A presença paterna, mesmo que somente por uma hora pela manhã e/ ou a noite, contribui mensuravelmente para o bem- estar da criança e reduz o apego exagerado à mãe, estabelecendo o papel de terceira pessoa na relação exclusiva.

Esse cuidado começa no acompanhamento obstétrico e continua com o pai ajudando a cuidar do bebê.

O vínculo entre seus pais fortalece o tônus emocinal dos bebês, eles não “pensam”, sentem!

Crianças tristonhas, ou com retardo motor ou da fala se beneficiam com a presença do pai e em poder brincar com ele.

7. Cheap Viagra pills DIREITO AO DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL

A expressão das emoções começa por volta do quarto mês - os olhos do bebê focam- se na mãe, ele sorri em sua presença, todo seu sistema motor se mobiliza em antecipação.

Se a mãe desaparece de repente ou fica pouco com ele, ele chora. Além de ser sua fonte de toque e conforto, de estimular sua respiração e lhe dar alimento, ela se torna o “abre-te, Sésamo” para sentimentos de bem- estar e satisfação, ou de tensão e desapontamento.

Seus olhos e ouvidos aguçam- se como receptores, e ele se torna capaz de receber o estímulo emocional da presença da mãe e / ou do pai.

O que mais impressiona são a presença e a voz da mãe, assim ele se alimenta e dorme em seguida, confortavelmente satisfeito com a certeza de ter a mãe ao lado.

A partir dos seis meses, quando está mais apto a sentar e buscar objetos, ele tolera melhor breves períodos de ficar sozinho, sem se sentir abandonado, como também ligar- se a outras figuras da casa.

Desconheendo isso, mesmo mães preparadas, não se dão conta da fase emocional do bebê. Geralmente, ela tem que voltar ao trabalho no terceiro ou quarto mês sem ter tomado providências sobre sua substituta - seja a mãe uma doméstica, uma artista ou uma executiva.

Isso as leva a racear um vínculo muito forte e a ” manha”, mas é justamente o calor do vínculo que vai possibilitar ao bebê aceitar bem a separação. O conceito espartano de deixar o bebê se virar não cabe nessa idade.

As crises de birra não podem ser vistas simplesmente como “gênio forte”, mas são manifestações de hiperextensão necessárias ao estabelecimento do tônus muscular que vai permitir ao bebê sentar- se e andar, isso fica evidente quando esperneia, sinalizando que os músculos querem agir.

E o medo? Há dois tipos de medo: a ansiedade inata ( angústia de nascer) e o medo dirigido àquilo que seja ameaçador ao corpo, principalmente a perda da mãe - esse desconforto se associa as suas necessidades biológicas, fome, dificuldade para respirar e solidão.

Outro dos primeiros medos é o medo do escuro, que o priva de ver a mãe e do estímulo positivo que a luz oferece. O escuro aumenta o sentimento de solidão. Ele só se assusta com barulhos e desconfortos corporais.

Uma mãe substituta pode, progressivamente, captar o olhar do bebê e seu sorriso lhe dirá que ele a reconhece.

As emoções são parte do nosso equipamento existencial e tem valor de sobrevivência. São elas que nos permitem amar, lutar ou fugir - ou pelo menos pensar.

Dra. Relva

Do livro PEDIATRIA RADICAL

PEDIATRAS NÃO ESTÃO APOIANDO o ALEITAMENTO

February 19, 2009 by danielle  
Filed under aleitamento

Estímulo dos pediatras ao aleitamento materno diminuiu

Laurie Barclay

De acordo com os resultados de uma pesquisa de acompanhamento de corte transversal publicada na edição de dezembro de

Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine,

a postura dos pediatras com relação ao aleitamento materno assim como o estímulo ao mesmo entre seus pacientes decaíram.

“Dado o aumento de programas dedicados à amamentação na última década e o aumento da taxa global do aleitamento nos Estados Unidos, esperávamos encontrar melhoras no estímulo e no apoio à amamentação pelos pediatras”, escrevem a Dra. Lori B. Feldman-Winter, médica, MPH, da University of Medicine and Dentistry of New Jersey–Robert Wood Johnson Medical School, em Camden, Nova Jersey, e colaboradores. “Este estudo analisou mudanças nas opiniões e práticas de aconselhamento dos pediatras relacionadas à amamentação, nas recomendações para a prática e no controle da amamentação descobertos pelo próprio profissional. Além disso, foi analisada a influência da experiência pessoal da amamentação sobre as opiniões e realização do aleitamento materno”.

O objetivo desta pesquisa Periodic Survey of Fellows realizada pela Academia Americana de Pediatria (AAP) foi determinar o conhecimento, a postura e as práticas dos pediatras acerca do aleitamento materno e comparar estes achados àqueles da pesquisa de 1995.

De 1º de novembro de 2003 até 21 de maio de 2004, 875 pediatras, membros da Academia Americana de Pediatria concluíram a pesquisa de acompanhamento.

A pesquisa de 2004 mostrou que, em comparação aos resultados da pesquisa cheap diet pills online de 1995, os pediatras estavam menos propensos a acreditar que os benefícios cialis effectiveness do aleitamento materno superam as dificuldades ou a inconveniência (odds ratio ajustada [OR], 0,60; intervalo de confiança [IC] de 95%, 0,47 - 0,76), e menos profissionais acreditavam que quase todas as mães são capazes de amamentar com sucesso. Em 2004, mais pediatras relataram razões para não recomendar a amamentação.

Em 2004, no entanto, os pediatras também estavam mais propensos a recomendar a amamentação exclusiva (OR ajustada, 1,55; IC de 95%, 1,23 - 1,94) e a seguir as diretrizes hospitalares de apoio. Em comparação à pesquisa de 1995, a pesquisa de 2004 mostrou que os respondentes com experiência pessoal de amamentação eram 2,3 vezes mais propensos a recomendar diretrizes de apoio (OR ajustada, 2,3; IC de 95%, 1,74 - 3,08) e que aqueles sem experiência pessoal de amamentação também eram ligeiramente mais propensos a recomendar essas diretrizes (OR ajustada, 1,49; IC de 95%, 1,09 - 2,03).

“Embora os pediatras pareçam melhor preparados para apoiar o aleitamento materno, sua postura e comprometimento decaíram”, os autores do estudo escrevem. “A experiência pessoal atenua posturas improdutivas e parece aumentar a prática da amamentação entre os pesquisados”.

Limitações nesta comparação de pesquisas incluem taxa de resposta significativamente mais baixa em 2004 do que em 1995, falta de dados sobre como os pediatras apóiam a amamentação na prática além do que é relatado pelos próprios profissionais nesta pesquisa, e que muitos dos pediatras pesquisados podem ter contato limitado com famílias e mães que possam estar amamentando.

“Esse estudo reafirma a necessidade de manter os esforços para realçar o conhecimento, as habilidades e, em especial, a postura dos pediatras para promover e apoiar o aleitamento materno e pode fornecer evidências de que novas estratégias precisam ser desenvolvidas”, os autores do estudo concluem.

“Os pediatras talvez sejam mais propensos a efetivamente promover e apoiar o aleitamento materno caso estejam envolvidos por uma cultura na qual a amamentação é a norma e sejam influenciados nos seus primeiros anos de formação com conhecimento, habilidades e apoio pessoal. Com um empenho educacional contínuo através de organizações que promovem e apóiam o aleitamento materno, nós esperamos intenções e competências reforçadas entre os pediatras no futuro”.

A Associação Americana de Pediatria (AAP) financiou parte desse estudo.

Arch Pediatr Adolesc Med. 2008;162:1142–1149

Informação sobre a autora: A Dra. Laurie Barclay é revisora e escritora freelancer para o Medscape. Declaração de conflito de interesses: A autora declara não possuir conflito de interesses.

Copyright 2008 WebMD, Inc.

Arch Pediatr Adolesc Med. 2008;162:1142–1149

Informação sobre a autora: A Dra. Laurie Barclay é revisora e escritora freelancer para o Medscape. Declaração de conflito de interesses: A autora declara não possuir conflito de interesses.

Copyright 2008 WebMD, Inc.

Autor: Dra. Laurie Barclay para o Medscape

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