Segunda-feira, 9 de Março de 2009

March 17, 2009 by danielle  
Filed under Poesia

Abençoai o leite e o pão
E este macio colchão
Em que vou ficar deitada
Descansando sossegada

E cialis daily 5mg fazei com que eu não tenha
Medo da noite que passa
E durma até que o sol venha
Bater na minha vidraça

Meus sapatos que aonde eu queira
Me levam; minha cadeira
Abençoai os meus brinquedos
Que para mim não tem segredos;

E a lâmpada, e o fogo ardente
E essa mão boa e paciente
Que cuida de mim
E os meus Alli amigos; e; enfim
Minha mamãe e meu papai
Sempre unidos; abençoai
Pelo mundo inteiro

Os filhos de toda gente
E fazei com que eu também
Durma e acorde em paz.
Amém

França alerta para efeitos “nefastos” de TV em crianças pequenas

March 17, 2009 by danielle  
Filed under Notícias

da Efe, em Paris
As redes de TV da França não poderão editar, difundir ou promover programas destinados especificamente a crianças menores de três anos, em virtude de uma decisão do Conselho Superior do Audiovisual (CSA).

A medida entrará em vigor em 1º de novembro de 2008, segundo a decisão do CSA. Desta maneira, os distribuidores franceses de conteúdos de televisão estrangeiros que se enquadrem na categoria proibida devem comunicar seus assinantes uma mensagem do conselho. Veja texto do CSA no original.

A mensagem, que deve ser colocada em forma legível e acessível, diz: “Ver televisão pode frear o desenvolvimento das crianças menores de 3 anos, mesmo que os programas sejam dirigidos especificamente a elas“.

Nos meios de comunicação audiovisuais –isto inclui internet– os distribuidores de programas para crianças menores de três anos devem comunicar que ver TV nesta idade pode acarretar transtornos de desenvolvimento tais como passividade , atraso no desenvolvimento da fala, agitação, problemas de sono, problemas de concentração e dependência de TV.

No texto, o CSA lembra que o Ministério da Saúde se pronunciou contra a difusão de cadeias de TV específicas para menores de três anos e desaconselhou que crianças nesta faixa etária vejam TV, independentemente do tipo de programas.

criança vendo TV

Fontes:

cialis online overnight href=”http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u435911.shtml” target=”_blank”>http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u435911.shtml
online meds without prescription target=”_blank”>http://www.csa.fr/infos/textes/textes_detail.php?id=126993

O PREÇO DO SILÊNCIO

March 17, 2009 by danielle  
Filed under Mensagens

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Tabus e vergonha ainda impedem a denúncia do abuso sexual

O abuso sexual é cercado de tabus, de vergonha e de silêncio. Calam-se as meninas e meninos agredidos, suas famílias, professores que suspeitam de violência sexual, profissionais de saúde que atendem essas crianças em postos e ambulatórios, vizinhos e parentes. Esse silêncio, quando ocorre, ajuda a perpetuar o abuso e deixar ainda mais traumas na criança, evitando que ela seja ajudada. “É preciso denunciar, as pessoas não podem ficar caladas diante de tamanha brutalidade. Essas crianças estão tendo sua infância roubada, suas vidas invadidas e nada pode ser pior cialis free offer que isso”, alerta a coordenadora do Sentinela, Lorena Ribas Hernandez. O Sentinela é destinado ao atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência e abuso sexual.
“Muitos abusadores acham que a criança vai crescer e esquecer o que aconteceu. No entanto, se ela não for tratada nunca vai ter uma vida sexual saudável e, na maior parte dos casos, passa a ser um agressor também”, salienta. É muito difícil traçar o perfil de um abusador, mas, na maioria da vezes, segundo especialistas e estudiosos do assunto, são pessoas que também sofreram algum tipo de abuso na infância.
“O abuso existe desde que o mundo é mundo, mas, agora, mais do que nunca, precisa ser denunciado”, frisa. Conforme Lorena, em Joinville, os profissionais da saúde e da educação estão começando a compreender que não podem ficar calados diante de uma suspeita. “Depois das mães, são os professores que têm o maior vínculo com a criança e, às vezes, é para eles que a crianças resolvem contar ou apenas dar sinais de que algo está errado. E o professor tem o dever de fazer a denúncia”, diz.
A psicóloga Maria Inês Ribeiro, que também faz parte da equipe do Sentinela, lembra que é preciso orientar os filhos desde cedo sobre as questões que envolvem a sexualidade, evitando a erotização precoce. “Quando duas crianças da mesma idade estão descobrindo o próprio corpo, não é nada de anormal. Uma conversa amiga, e tudo está resolvido. Anormal é alguém mais velho usar da inocência de um pequeno para obter prazer”, argumenta.

Sistema ineficaz dificulta combate

Um dos problemas que acaba dificultando o enfrentamento do abuso sexual no País é a falta de um sistema eficaz de registro, encaminhamento e acompanhamento de denúncias. De acordo com a coordenadora do Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, Neide Castanha, os casos não são totalmente conhecidos e nem contabilizados pelo governo. Além disso, o trabalho dos conselhos tutelares, delegacias especializadas, hospitais e varas da infância e juventude é desarticulado.
“Não há registros de quantos casos deixam de ser notificados por desconhecimento da lei, por exemplo, e nem daqueles que são registrados, mas não foram solucionados”, afirma. Uma pesquisa feita com crianças e adolescentes vítimas de violência sexual atendidas no hospital infantil da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostrou que os profissionais que trabalham nas emergências e ambulatórios não são especializados e, por isso, não atendem aos pacientes da forma adequada.
A autora do estudo, Ana Lúcia Ferreira concluiu que o ideal seria que o primeiro atendimento fosse prestado por um pediatra, enfermeiro, assistente social ou psicólogo bem treinado. “Algumas crianças só contam o que ocorreu na primeira vez em que é perguntada, depois, se retrai. Daí a importância de ser um profissional preparado para essa situação”, disse Ana Lúcia. “Tem muito gente que recebe o atendimento ambulatorial e nunca mais volta”, lamenta. Ana Lúcia também é pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)(GR)

Ameaça impede ação de vítima

Mudanças de comportamento podem indicar abuso

Paula (nome fictício) phentermine online without a prescription tinha apenas oito anos quando os abusos começaram. O pai iniciou o assédio progressivamente. Primeiro com carícias no corpo da menina, depois, exposição de revistas pornográficas, manipulação e exposição dos órgãos genitais. Com o tempo, a menina foi obrigada a praticar sexo oral com o pai, até chegar ao estupro. O tempo todo, os abusos eram acompanhados de ameaças de espancamento e morte, dirigidas à mãe de Paula.
Durante dois anos, Paula sofreu calada, num mundo de medo e pavor. Como a mãe trabalhava o dia todo e freqüentava a igreja à noite, era o pai, afastado do trabalho por invalidez, que tomava conta dos filhos e da casa. Neste período, a menina apresentou distúrbios de comportamento e problemas de saúde que levaram á internação hospitalar. Os sintomas, no entanto, não eram entendidos pela mãe, que pouco participava do dia-a-dia da família.
No momento em que Paula juntou forças para contar o que estava acontecendo, a mãe foi logo buscar ajuda profissional. Assim que foi registrado o boletim de ocorrência, o pai fugiu de casa, enquanto mãe e filhos iniciaram um tratamento psicológico. Depois da separação oficial do casal, nas visitas que o pai fazia aos filhos com autorização judicial, ele apresentava um comportamento exemplar, tanto que ele e a mulher chegaram a planejar morar juntos novamente. Embora primeira sentença da Vara Criminal ter apontado o réu como culpado, ele resolveu recorrer em 2ª instância e continua mantendo sua autoridade de pai e de homem com a mulher e os filhos.
Essa história de brutalidade é real e ainda não teve um fim. O que está sendo estudado pela Vara da Infância e Juventude é a destituição do pátrio poder do pai em relação a Paula, o que deve afastar a menina também da família. Histórias como essa se repetem com uma freqüência maior do que se imagina em muitos lares joinvilenses. Atualmente, o Programa Sentinela atende cerca de 80 crianças e adolescentes de dois a 18 anos, que viveram situações semelhantes. E, pasmem, 91,8% dos abusos são cometidos por pessoas próximas da vítima. São pais, padrastos, avôs, tios, primos, irmãos, babás. (Genara Rigotti)

FONTE: AN CIDADE

O EXAGERO DAS FESTAS INFANTIS

March 17, 2009 by danielle  
Filed under Destaques

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A tia faz o bolo. Os docinhos ficam por conta da avó. Os homens da casa se responsabilizam pelas bebidas, enquanto a dona da casa, pelos salgadinhos. Ah, sim, e as bolas? Bem, é só chamar a garotada e tudo fica pronto para a hora da festa. Som ligado, comida e bebida. Pronto: agora é só deixar a criançada se reunir e brincar à vontade.

Aniversário assim é coisa do passado, de álbum de família. Hoje, na maioria das grandes cidades brasileiras, festa infantil é sinônimo de espetáculo, com uma programação variada e extensa e que se adequa aos diferentes gostos e bolsos. Não é preciso se preocupar com nada. Há uma infinidade de empresas especializadas e prontas para oferecer a festa idealizada pelas crianças (e pelos pais também!).

À disposição da garotada um mundo de diversões, atividades e brinquedos (dos mais simples aos eletrônicos e computadorizados). Um mundo de sonho, no qual os personagens dos desenhos animados ganham vida – ao vivo e a cores – para espanto, admiração e alegria das crianças. Foi-se o tempo que os personagens se contentavam em aparecer apenas nos copos, pratos, guardanapos, chapéus ou no grande painel da mesa do bolo.

Promovidas em espaços criados e reservados única e exclusivamente para celebrar aniversários, as festas se transformaram numa grande mega produção.

Dependendo do que é acertado com os animadores, são quatro ou cinco horas de entretenimento ininterrupto. Na pauta do dia: teatrinho, karaokê, mágico, palhaço, book eletrônico, tatuagem, cabeleleiro infantil, balé, quizz, gincana, danças…

Isso sem esquecer, é claro, dos flashes e das câmeras das filmadoras e dos celulares, atentos a cada reação das crianças. Tudo perfeitamente registrado e documentado em áudio e imagem, que logo se transforma num DVD, distribuído para os familiares e amigos.

“Acho que as festas perderam a ludicidade de antigamente. Parece que hoje tudo ficou padronizado e robotizado. Não há mais a diversão pela diversão entre as próprias crianças, o que caracterizava os aniversários de anos atrás”, reflete Vinícius Messias Ramos, consultor de novos negócios do Portal Festas (www.portalfestas.com.br), especializado em festas infantis.

Alessandra Sauberman, mãe de David e Leonardo - 2 e 6 anos, respectivamente -, faz coro e diz que as festas de hoje não possuem mais criatividade, só atividade. “Nos aniversários de 3 a 6 anos, as crianças participam de uma programação extensa, uma atrás da outra. A idéia parece que é exaurir os convidados e não apenas entretê-los”, afirma.

Em artigo publicado na Revista Veja (23/02/2005), a escritora Lya Luft disse que festa infantil deve ser um tormento constante para as crianças. “Recreacionistas podem ser um alívio quando os pequenos formam um mar de mini-tsunamis incontroláveis. Mas me fica a idéia de que ninguém mais sabe brincar ao natural. Música dirigida, brincadeiras dirigidas…”

No artigo Festa infantil como instrumento de comunicação e socialização, apresentado no XXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Cássia Guerreiro Grava afirma que a contratação de animadores acontece devido a alguns fatores, como falta de tempo ou criatividade do contratante, modismo e desejo de auto-afirmação econômica e social.

Ainda de acordo com Cássia, o que mais importa para as crianças, na verdade, é o tema da festa, os brinquedos, os balões e a presença dos seus amigos preferidos. “Os detalhes da festa são atrativos para os adultos, no sentido em que mostram aos convidados seu poder social e econômico”.

Outras possibilidades

Os pais deveriam se perguntar para que servem essas megafestas. A quem interessa? Qual é o sentido? A orientação é da psicóloga e psicanalista Maria Elisabeth Capistrano do Amaral.

Segundo Elisabeth, nestas festas não há espaço para trocas entre as crianças. “São festas narcisistas ou como dizem hoje em dia, festas de celebridades, nas quais a rainha ou o rei é o aniversariante e os convidados, a platéia”, analisa.

Para a psicóloga, tudo o que é pronto não tem criação, não tem portanto sujeito. “As crianças são objetos. Isso torna esses momentos efêmeros e momentâneos”, afirma.

Na opinião de Elisabeth, reunir e comemorar o aniversário das crianças na praia ou no Jardim Botânico são alternativas muito bem-vindas neste cenário padronizado. “Acredito que a celebração da vida pode e deve ser mais criativa”, aposta.

O bolso é o limite

Uma festa infantil nos moldes do século XXI pode sair por R$ 1500. “Mas é a média. Já soube de festas infantis que alcançaram a casa dos R$ 50 mil”, avisa Vinícius Messias Ramos, consultor de novos negócios do Portal Festas, especializado em festas infantis.

O limite é o bolso. Tudo pode ser feito e produzido para transformar o sonho da criança (e dos pais) em realidade. Se a festa é sobre animais ou circo, por que não trazer animais de verdade? Alli Online Na entrada, por exemplo, dando as boas-vindas, o elefante. No meio da festa, cobras e macacos ou então pôneis. Não acredita? “Sim, isso acontece. A imaginação e o bolso permitem tudo”, afirma Vinícius.

Das páginas das histórias em quadrinhos ou da tela da televisão, ao vivo e a cores, os personagens aparecem de corpo e alma. Cantam, dançam e brincam. Não há limite.

FONTE: MARCUS TAVARES EM SITE RIO MÍDIA

CARTA AOS PAIS

March 12, 2009 by danielle  
Filed under Mensagens

A maconha é a droga ilegal mais usada em nosso país. Nos últimos 10 anos o consumo desta droga vem aumentando de acordo com pesquisa realizada em 10 capitais brasileiras, mostrando uma tendência de crescimento de uso na vida, uso freqüente (consumo em mais de 5 ocasiões mensais) e mesmo de uso denominado de “pesado” (consumo em mais de 20 ocasiões mensais) (GALDURÓZ, NOTO e CARLINI, 1997). Estas mudanças vem ocorrendo ao mesmo tempo que um maior número de pessoas acredita que o uso desta droga não acarreta riscos ou conseqüências prejudiciais.

Ao mesmo tempo, aparentemente os pais não drugs without prescription tem consciência deste crescimento do uso, não apenas no Brasil como em outros países, e muitos acreditam mesmo que esta droga não constitui uma grave ameaça a seus filhos. Porém os pais têm que reconhecer que esta é uma verdadeira ameaça ao desenvolvimento de seus filhos e necessitam adverti-los para não usarem. Torna-se fundamental que conversem com seus filhos sobre as drogas enquanto ainda são pequenos, porém nunca é tarde para que os filhos sejam alertados para os possíveis perigos do consumo.

A Secretaria Nacional Antidrogas, subordinada ao cheapest generic cialis Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, atentando para este aspecto, estabeleceu um convênio com o National Institute on Drug Abuse (Instituto Nacional sobre o Abuso de Drogas) do governo Norte Americano, com a finalidade de disseminar conhecimentos científicos adequados para a população brasileira. Este folheto é fruto desta iniciativa com a finalidade de informar os pais sobre o crescimento do consumo desta droga e as possíveis conseqüências do uso da maconha na saúde dos jovens e sobre a necessidade de medidas urgentes para evitar que uma epidemia do consumo desta droga venha a ocorrer, principalmente em nossa população adolescente.

SECRETARIA NACIONAL ANTIDROGAS

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