Problemas com amamentação? Conheça alguns grupos de apoio especializados em amamentação
April 24, 2009 by danielle
Filed under Diversos, aleitamento
Existem grupos especializados em todo Brasil que dão auxílio para mulheres que têm duvídas ou estão com dificuldades para amamentar seus pequenos. Conheça o trabalho de alguns:
* GRUPO DE APOIO À MATERNIDADE ATIVA (GAMA), de São Paulo (SP)
www.maternidadeativa.com.br/males.html
O grupo oferece orientações sobre amamentação em reuniões semanais e possui uma equipe que oferece atendimento em casa.
* CENTRO DE INCENTIVO E APOIO AO ALEITAMENTO MATERNO ( CIAAM), de São Paulo (SP)
www.unifesp.br/centros/ciaam
O grupo é ligado à Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), e além dos cursos para gestantes e profissionais da área, também possui atendimento telefônico para tirar dúvidas das mamães e banco de leite humano.
* AMIGAS DO PEITO, do Rio de Janeiro (RJ)
www.amigasdopeito.org.br
O grupo possui um disque- amamentação para dar orientações para as mães de primeira viagem. Também realiza reuniões onde as mães podem trocar experiências a respeito do tema.
* GRUPO ORIGEM, do Recife
www.aleitamento.org.br
No site é possível encontrar vários artigos sobre amamentação. A entidade também promove encontros e eventos com o objetivo de estimular a amamentação.
WABA lança o tema da Semana Mundial de Aleitamento Materno para o 2009
April 13, 2009 by danielle
Filed under Destaques, aleitamento
Amamentação: uma resposta vital em situações de emergências.
Estamos preparados?
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O que é uma situação de emergência?
Uma emergência é uma situação extraordinária que coloca em risco a saúde e a sobrevivência da população, podendo ser provocada ou natural; a exemplo de uma diarréia, doenças respiratórias, desnutrição, entre outras.
Por que a WABA escolheu este tema?
Porque em situações de emergências como diarréia, doenças respiratórias e desnutrição, as crianças são as mais vulneráveis, possibilitando aumentar a mortalidade infantil em 2 a 70 vezes acima da média.
A amamentação salva vidas, sua proteção é grande para os lactentes e crianças até 2 anos de idade. Os bebês menores de 2 meses de idade, mesmo estando saudáveis, quando não amamentados, tem 6 vezes mais probabilidade de morrer.
As emergências como diarréia, doenças respiratórias, desnutrição e outras, fazem com que a mulher-mãe fique mais vulnerável para não amamentar. O que requer um esforço maior dos profissionais para apoio à continuidade ou restabelecimento da amamentação.
O apoio a amamentação deve ser reforçado em todos os momentos, preparando a mulher-mãe para as eventuais situações de emergência.
Objetivos da WABA para a SMAM 2009
Chamar a atenção no mundo todo para a importância da amamentação nas situações de emergência.
Ressaltar a importância de uma proteção ativa e apoio ao aleitamento materno antes e durante situações de emergência.
Informar mulheres-mães, defensores da amamentação, comunidades, profissionais de saúde, governos, agências humanitárias e os meios de comunicação sobre como atuar ativamente na proteção e apoio ao aleitamento materno, antes e durante situações de emergência.
Saiba mais no site da WABA
Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano
April 13, 2009 by danielle
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Com mais de 180 milhões de habitantes, o Brasil conseguiu uma expressiva ampliação da prevalência do aleitamento materno nas duas últimas décadas. Entre as principais estratégias da política governamental que concorreram para a construção desse novo e promissor perfil epidemiológico, figuram os Bancos de Leite Humano.
A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano é a maior e a mais complexa do mundo, composta por 194 unidades em operação e outras dez em fase de implantação. No ano de 2007 foram distribuídos 95.000 litros de leite humano pasteurizado, com qualidade certificada, a 136.527 recém-nascidos internados em unidades de terapia intensiva, o que envolveu a participação de 95.197 mães que integram voluntariamente o programa de doação. Além disso, neste mesmo período, foram atendidas mais de um milhão de gestantes e nutrizes que recorreram aos Bancos de Leite em busca de apoio para amamentar.
A ação coordenada, a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico são os mais importantes elementos de sustentação da Rede Brasileira de Banco de Leite Humano. Por meio destes três ingredientes, vem sendo possível compatibilizar a manutenção de um elevado rigor técnico, com um baixo custo operacional e, assim, responder adequadamente às diferentes demandas geradas pela sociedade brasileira. O sistema trabalha com tecnologias alternativas, de baixo custo, mas sensíveis e precisas o suficiente para assegurar um padrão de qualidade reconhecido internacionalmente.
Enterobacter sakazakii em fórmulas infantis em pó e lactários de maternidade
April 13, 2009 by danielle
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10/03/2009 - Fonte: Journal of Food Protection
Enterobacter sakazakii em fórmulas infantis em pó e lactários de maternidades de São Paulo, Brasil
Autores:
Fonte37-42(6) Resumo: Este é o primeiro estudo realizado no Brasil para avaliar a presença de Enterobacter sakazakii nas fórmulas infantis destinadas a crianças de 0 a 6 meses de idade e, também para examinar as condições de preparo dessas fórmulas infantis e serviços em três hospitais do Estado de São Paulo, Brasil.
Amostras de fórmula infantil em pó e reidratada, ambientes de lactários, água, mamadeiras e bicos, utensílios e mãos dos funcionários foram analisados e foram determinadas as populações de E. sakazakii e Enterobacteriaceae.
Todas as amostras de leite em pó para bebês adquiridas no comércio continham E sakazakii a <0,03 como o número mais provável (MPN-most probable number) a cada 100 gramas. Nas amostras hospitalares, E. sakazakii foi encontrada em uma lata ainda fechada de formula (0,3 MPN/100 g) e em resíduos de uma mamadeira no hospital A.
Todas as amostras de fórmula infantil compradas no varejo continham E. sakazakii em <0,03 número mais provável (MPN)/100g. Nas amostras hospitalares, a E. sakazakii foi também encontrado numa lata fechada (0.3 MPN/100 g) e nos resíduos de uma mamadeira no hospital A.
Todas as demais latas de fórmula do mesmo lote adquirido no varejo continham E. sakazakii em <0,03 MPN/100g. O patógeno também foi encontrado em uma esponja de limpeza no hospital B. As populações de Enterobacteriaceae variaram de 101 a 105 CFU/g nos utensílios de limpeza e <5 CFU/g em todos os tipos de fórmula (em pó ou reidratadas), exceto na amostra que continha E. sakazakii, que também estava contaminada com Enterobacteriaceae em 5 CFU/g.
Numa experiência em que formula reidratada foi usada como meio de crescimento, a temperatura foi a mesma da unidade de atendimento intensivo neonatal (25°C), e o período de incubação foi o tempo médio que a formula é deixada à temperatura ambiente enquanto os bebês são alimentados (até 4 horas), encontrou-se um aumento de 2-log nos níveis de E. sakazakii .
O exame visual das instalações revelou que as condições de higiene nos lactários precisavam de melhorias. O tempo que as fórmulas são deixadas à temperatura-ambiente nos diferentes hospitais, enquanto os bebês nas unidades de terapia intensiva são alimentados (até 4 horas) possibilita a multiplicação de E. sakazakii, podendo, então, levar a um aumento do risco à saúde dos bebês.
A AMAMENTAÇÃO E A ODONTOLOGIA
April 6, 2009 by danielle
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A AMAMENTAÇÃO E A ODONTOLOGIA
A amamentação tem sido incentivada por ser o leite materno não só o alimento mais completo e digestivo para crianças de até um ano de idade, como também por ter ação imunizante, protegendo-as de diversas doenças. Crianças aleitadas no peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional. A amamentação é gratificante para a mãe e interfere beneficamente na saúde da mulher, por exemplo diminuindo a probabilidade de câncer de mama, ajudando na involução do útero e na depressão pós-parto. Hoje, diz-se que o leite materno é ecologicamente correto, pois não consome recursos naturais em sua produção e não gera lixo, como ocorre com os leites artificiais, além de ser mais barato.
Porém, poucos sabem que a amamentação tem reflexos futuros na fala, respiração e dentição da criança.
Um exercício muito importante
Quando a criança é amamentada, está não só sendo alimentada, como também fazendo um exercício físico importante para desenvolver sua ossatura e musculatura bucal. Ao nascer, o bebê tem o maxilar inferior muito pequeno, que irá alcançar o equilíbrio no tamanho em relação ao maxilar superior tendo seu crescimento estimulado pela sucção do peito. Toda a musculatura bucal desenvolvida, músculos externos e internos, que, solicitados, desenvolvem os ossos.
Mamar no peito não é fácil, daí o bebê ficar bastante transpirado. Esse exercício é o responsável inicial no crescimento harmonioso da face e dentição. Usando mamadeira, esse exercício é quase inexistente, e a preferência do nenê pela mamadeira vem da facilidade com a qual ele ganha o leite, principalmente quando este flui por um furo generoso no bico. Para exercitar-se com maior eficiência, a posição durante a mamada é importante: a criança deverá ficar o mais verticalizada, o que também facilita a deglutição do leite.
Uma atitude na tentativa de evitar apinhamento dental (dentes encavalados”)
Maxilares melhor desenvolvidos propiciarão um melhor alinhamento da dentição, diminuindo a necessidade futura do uso de aparelhos ortodônticos. Músculos firmes ajudarão na fala. Durante a amamentação, aprende-se a respirar corretamente pelo nariz, evitando amigdalite, pneumonias, entre
outras doenças. Quando a criança respira pela boca, os dentes ressecados ficam mais expostos à cárie e as gengivas ficam inflamadas, os maxilares tendem a sofrer deformações e os dentes a ficar “encavalados”, aumentando também o processo de cárie.
A amamentação prepara o bebê para a mastigação
A mamadeira costuma tornar-se uma companheira para a criança ao longo dos anos, habituando-a a uma dieta mole e adocicada, que aumenta o risco de cáries (cárie de mamadeira); a criança tende a recusar alimentos que requeiram mastigação. Depois da amamentação, a mastigação correta continuará a tarefa de exercitar ossos e músculos. A amamentação prepara a criança para a mastigação.
Muitas mães reclamam que seus filhos, já crescidos, não mastigam corretamente e recusam verduras e frutas, apreciando apenas doces e iogurtes. Esquecem-se essas mães, de que o que os habituou a essa
dieta foi o uso prolongado da mamadeira. Mastigação incorreta pode também levar a problemas de obesidade e de estômago.
Evitando hábitos prejudiciais
Atrelada à mamadeira, vem a chupeta, que também é usada normalmente por muito tempo, e o habito de chupar o dedo, afetando o posicionamento dos dentes e trazendo também conseqüências danosas à fala e à respiração.
Abandonando a mamadeira
A partir dos seis meses, quando a mãe lentamente começar a introduzir outros alimentos (desmame), deverá fazê-lo usando apenas copos e colheres, evitando o uso de mamadeira ou “chuquinha”.
Prevenindo a cárie
A primeira consulta odontológica de uma criança deveria ser antes do nascimento de seu primeiro dentinho; nesse primeiro encontro o odontopediatra orientaria a respeito da higienização, dieta e como proceder quando os dentes começarem a irromper e a incomodar o bebê. Entre outras coisas, aconselharia os pais a acostumarem-se a levar seus bebes ao dentista, assim como os levam ao pediatra, no sentido de se poder acompanhar de perto o desenvolvimento destes na tentativa da erradicação da doença cárie.
Fonte: Revista da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, v. 51, n. 4, jul./ago. 1997



