Aleitamento e depressão
January 28, 2009 by danielle
Filed under aleitamento
Fonte: Agência Fapesp
Aleitamento e depressão
1/10/2008Por Alex Sander AlcântaraAgência FAPESP – Uma pesquisa feita na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) indica que crianças de mães com sintomas de depressão pós-parto apresentam risco 80% maior de interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo.A pesquisa apontou ainda que no primeiro mês de vida a interrupção precoce de aleitamento Ampicillin Online materno foi cerca de 60% mais alta entre as crianças que moravam em condições ambientais insatisfatórias. O estudo foi publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, editada pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz.Entretanto, de acordo com Maria Helena Hasselmann, professora do Instituto de Nutrição da Uerj e uma das autoras do artigo, a suspeição de depressão pós-parto foi mais determinante na interrupção da amamentação do que as variáveis socioeconômicas.“Quando se analisa a escolaridade e as condições ambientais de moradia em relação à manutenção do aleitamento materno exclusivo durante os dois primeiros meses de vida, os fatores socioeconômicos não se mostraram tão importantes como os aspectos psicossociais”, disse à Agência FAPESP.De acordo com a pesquisadora, a depressão pós-parto (DPP) pode representar não somente os perfis psicológico-emocionais maternos, mas também aspectos relacionados a dificuldades em amamentar. Outra possível explicação estaria atrelada à relação que a DPP tem com os cuidados maternos e a interação mãe-filho.“Sintomas de depressão no pós-parto imediato podem levar à interrupção precoce do aleitamento em virtude de sentimentos de baixa auto-estima e auto-confiança, o que pode gerar na mãe uma percepção exagerada das dificuldades para amamentar. Isso sugere que mães com DPP podem perder a confiança em seu papel materno, deixando de perceber os benefícios da amamentação”, explicou.O estudo analisou variáveis demográficas, socioeconômicas, maternas (como número de consultas pré-natais) e condições de nascimento, entre outras. Participaram 429 crianças recém-nascidas no período de junho de 2005 a dezembro de 2006 em Unidades Básicas de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.As crianças participaram de três etapas de coleta de dados. A primeira foi feita com 20 dias ou menos após o nascimento. A segunda durante o primeiro mês de vida e a terceira no segundo mês de vida.Uma das limitações da pesquisa, segundo Maria Helena, é a adesão ao seguimento. As crianças que não prosseguiram corresponderam a 13,2% do total no primeiro mês e a 28,9% acomplia no rx pharmacy no segundo mês de vida. “Entretanto, não se observou diferença significativa na proporção de mulheres com sintomas depressivos entre aquelas que não foram acompanhadas e as que permaneceram no estudo”, afirmou.A suspeita de depressão pós-parto, principal variável exposta no estudo, foi medida usando uma versão em português da Edinburgh Post-Natal Depression Scale, aplicada diretamente junto às mães, utilizando-se cartelas para facilitar as respostas. Esse questionário é composto de dez questões, que cobrem itens como sintomas de humor, distúrbio do sono, perda do prazer, idéias de morte e suicídio, diminuição do desempenho e culpa.Apesar de todos os indícios, a professora da Uerj aponta que não é possível associar o abandono da amamentação exclusivamente à depressão pós-parto. Segundo ela, o estudo mostrou que outras características foram importantes, como as condições de moradia, se a criança nasceu prematura ou não e a existência de laços sociais. “Além disso, o trabalho indicou que a DPP aumenta a chance do desmame, mas o desmame precoce continua ocorrendo em diversas situações em que a mãe não apresenta DPP”, ponderou.Das 429 crianças, a prevalência inicial da interrupção do aleitamento materno exclusivo foi de 20,8%. Entre as 295 crianças que mantiveram o leite materno como alimentação exclusiva no primeiro mês, cerca de 33,2% apresentaram risco de interrupção. A incidência acumulada de interrupção precoce foi de 57,9% no segundo mês de vida.Os achados, segundo Maria Helena, evidenciam a importância da saúde mental materna para o sucesso do aleitamento materno exclusivo. “É importante que os profissionais de saúde que lidam com as mulheres nesse período possam ter um olhar diferenciado para a saúde mental dessas mães. Os resultados desta pesquisa poderão contribuir para o desenvolvimento de ações de promoção de saúde, tanto em relação à DPP como no incentivo à prática da amamentação exclusiva”, disse.Para ler o artigo Symptoms of postpartum depression and early interruption of exclusive breastfeeding in the first two months of life, de Maria Helena Hasselmann e outros, disponível na biblioteca.
Mulheres que amamentam são mais inteligentes
December 19, 2008 by danielle
Filed under aleitamento
Porque nascer faz parte de todos, mas em especial de cada um
Mulheres que amamentam são mais inteligentes
Um estudo publicado na revista médica britânica British Medical Journal defende que bebês que foram amamentados antibiotics buy online têm QI mais alto não por causa do leite materno, mas porque suas mães são mais inteligentes.
Os pesquisadores do Conselho de Pesquisa Médica e da Universidade de Edimburgo, na Escócia, chegaram a esta conclusão depois de analisar informações de mais de 5 mil crianças e 3 mil mães nos Estados Unidos, no maior estudo já feito sobre o assunto.
Segundo eles, as mulheres que decidem amamentar já têm um nível educacional mais alto e maiores chances de criar um ambiente estimulante para seus filhos.
O pesquisador que liderou o estudo, Geoff Der, afirma que desde 1929 se discute a relação entre a amamentação e o QI.
Mas em estudos anteriores, fatores como a inteligência materna, o ambiente em que o bebê foi criado e o status sócio-econômico da família não eram levados em consideração.
“Crianças que foram amamentadas fazem mais pontos em teste de inteligência, mas elas normalmente também vêm de famílias mais privilegiadas”, diz Der.
Outros fatores
Para checar as conclusões do estudo, a nova pesquisa também analisou famílias em que uma criança havia sido amamentada e outra, não.
Isso confirmou que a que havia tomado leite materno não era mais inteligente que o irmão ou irmã.
“Isso revela que a inteligência é determinada por outros fatores que não a amamentação, mas amamentar traz muitos benefícios tanto para a mãe quanto para o bebê. É certamente a melhor coisa a se fazer”, diz o pesquisador.
Mas para Rosie Dodds, do National Childbirth Trust, na Grã-Bretanha, os resultados da pesquisa não são conclusivos.
Ela cita o exemplo de outros países, como as Filipinas, onde mulheres pobres costumam amamentar e, ainda assim, os testes de inteligência revelam uma disparidade entre bebês que tomaram o leite materno e os demais.
Dodds explica que nas Filipinas “as mulheres amamentam não porque pensam nos benefícios para o bebê, mas porque isso parece a coisa mais natural a se fazer”.
Bebês que são amamentados têm mais anticorpos contra doenças acomplia tablets e são menos suscetíveis a sofrer de diarréia, vômitos e infecções respiratórias.
Estudos anteriores já mostraram que, quando os bebês são amamentados de forma exclusiva, pelo menos nos primeiros 6 meses de vida, apresentam um crescimento melhor, sem ficar obesos demais.
Os pesquisadores também já demonstraram que o aleitamento tem um impacto benéfico nos níveis de pressão arterial e de colesterol mais tarde, o que reduz o risco de enfarte e de derrame.
BBC Brasil
Riscos do Leite Artificial
December 19, 2008 by danielle
Filed under aleitamento
A Deco lança uma campanha importantíssima que tem por objectivo alertar os pais para os riscos do marketing alimentar infantil.
Os riscos do marketing alimentar infantil são potenciais e logo desde os primeiros dias de vida dos nossos filhos.
Queremos aproveitar esta oportunidade que a Deco promove para partilhar convosco uma abordagem que por norma não é feita em Portugal, e que a Drª Sofia Quintero-Romero (médica de saúde pública e especialista em alimentação infantil) partilhou com os participantes no III Encontro de Conselheiros de Amamentação que decorreu no dia 8 de Março : Os Riscos do Leite Artificial.
Assim, os Riscos do Leite Artificial são:
* Interfere na relação mãe-filho
* * Episódios mais frequentes de diarreia e infecções respiratórias
* * Maior frequência de desnutrição e de carência em micro-nutrientes
* * Maior frequência de doenças cardiovasculares
* * Maior frequência de diabetes e de tumores
* * Menor desenvolvimento cognitivo
* * Menor espaçamento entre gravidezes
* * Maior incidência de depressão pós-parto
* * Maior incidência de tumores maternos
* * O leite em pó não é um produto estéril, ao contrário dos leites artificiais líquidos
* * O leite em pó pode ser contaminado a nível industrial no processo order cheap acomplia de produção com bactérias patogénicas (até 14% de amostras testadas).
Como o Dr. Carlos Gonzalez (Pediatra espanhol e presidente da Associação Catalã Pró Aleitamento Materno) referiu no Encontro para Pais no domingo, 9 de Março, o leite artificial está em constante investigação exactamente porque está longe de ser perfeito para os bebés (”não se tem conhecimento de que nenhuma marca tenha encerrado os seus laboratórios por já terem descoberto a fórmula necessária para os bebés”) , ao contrário do leite materno. Com frequência é lançada mais uma fórmula enriquecida com algo que afinal ainda não tinha sido considerado, ou seja, até então os bebés que consumiram esses leites foram recebendo um alimento com défice de algo. Vale a pena pensar nisso antes de se introduzir um suplemento e questionar a sua real necessidade…
Num país em que o Código Internacional de Substitutos de Leite Materno ainda não é lei e somos diariamente bombardeados com anúncios a biberões, chuchas e lamentavelmente até de marcas de leite artificial), gostaríamos de desta forma alertar uma vez mais não só os pais como todos os que são responsáveis pela saúde pública a se sentirem na obrigação de se informarem e promoverem a informação e meios necessários para que todos possamos ter um papel activo na promoção de uma boa alimentação infantil e consequentemente da saúde pública, desde os primeiros dias de vida dos nossos filhos.
Talvez a Deco possa vir a ter um papel determinante nesta área do Marketing Alimentar, em conjunto com as entidades que promovem a amamentação buying online no nosso país.
BioNascimento
Fundamentos de Alimentação ao Seio Materno- Versão Simplificada Fundamentos de Alimentação ao Seio Materno- Versão Simplificada
December 19, 2008 by danielle
Filed under aleitamento
Fundamentos de Alimentação ao Seio Materno- Versão Simplificada Fundamentos de Alimentação ao Seio Materno
Amamentar no peito é essencial. Os bebês alimentados ao peito têm menos infecções e alergias durante o primeiro ano de vida. O mesmo não ocorre em bebês que usam leite formulado. O leite materno não custa nada. Está pronto a qualquer momento. O leite materno é feito especialmente para os bebês.
Como começar?
É bom dar de mamar pouco tempo depois do nascimento. Se você puder, segure o bebê perto de você e deixe-o esfregar os seus seios com o nariz. Se seu bebê estiver ansioso para comer, amamente-o. Alguns lembretes:
- Comece colocando-se numa posição cômoda. Tome água, leite ou suco se você tiver sede.
- Use uma almofada como suporte.
- Abrace o bebê bem perto do seu corpo.
- Segure firme o bebê.
Amamente o bebê sempre que ele chorar ou parecer ter fome. Seu bebê provavelmente vai alimentar-se pelo menos a cada 2 horas a princípio. No começo é bom que a criança coma pelo menos 8 vezes ao dia.
Por quanto tempo devo alimentar meu bebê?
Amamente 10 minutos em um seio e pelo tempo que quiser no outro seio. Seu objetivo deve ser de amamentar seu bebê por order antibiotics online 30 minutos de cada vez. Lembre-se de mudar de seio a cada vez. Uma vez que seu fornecimento de leite esteja bem estabelecido (aproximadamente 2 a 3 semanas após o parto), 10 minutos de alimentação ao seio será o ideal.
Como saber se o bebê está suficientemente alimentado?
Quanto mais você amamenta, mais leite produz. Mas como não se pode ver o leite, muitas mulheres se preocupam com a quantidade que o bebê recebe.
Você pode certificar-se do quanto seu bebê esteja recebendo se:
- Seu bebê estiver aumentando de peso.
- O recém-nascido tem 6 ou mais fraldas molhadas e 4 ou mais evacuações por dia.
Certifique-se de:
- Tomar líquidos em abundância diariamente - pelo menos 8 copos de água, leite ou suco.
- Comer alimentos saudáveis e variados, especialmente aqueles ricos em cálcio.
- Descansar o suficiente.
Devo dar leite formulado ou água na mamadeira?
Não é necessário dar água nem leite formulado a seu bebê. Seu leite contém exatamente o que o bebê necessita. Seu bebê não precisa de água ou leite formulado. Dar isto principalmente nas primeiras 4 a 6 semanas, pode, de fato, diminuir acomplia approval sua produção de leite. É melhor oferecer somente o seio, pelo menos até a sua produção estar bem estabelecida.
O que fazer se os seios incharem ou ficarem doloridos?
É muito comum que, entre o segundo e quarto dia após o parto, os seios fiquem inchados. Pode levar algum tempo até seus seios e a alimentação de seu bebê se equilibrem. Seus seios também podem inchar se:
- O bebê não estiver comendo muito.
- O bebê não estiver alimentando-se por um período suficientemente longo.
- O bebê estiver na posição correta ao alimentar-se.
A melhor coisa a fazer é amamentar sempre e muito! Seu bebê deve ficar na posição correta. Pode ser útil retirar um pouco de leite antes de começar a amamentar, colocar anos úmidos e quentes nos seios ou tomar um banho quente, pois isto promoverá que o bebê tenha maior facilidade para alimentar-se.
O bebê precisa de flúor ou vitaminas?
Após os 6 meses de idade, o bebê pode precisar de flúor se a água de sua cidade não for tratada. Informe-se no serviço de saúde sobre esse assunto.
Onde posso obter ajudar com relação a alimentação ao seio materno?
Se tiver perguntas e preocupações, procure um serviço de saúde. Talvez você precise da ajuda de uma consultora de lactância capacitada.
Escrito por B.D. Schmitt, M.D., autor de “Your Child’s Health” Bantam Books.
Copyright © 1999 Clinical Reference Systems
Por Que o Leite Materno é Melhor ? Por Que o Leite Materno é Melhor
December 19, 2008 by danielle
Filed under aleitamento
O leite humano é o melhor alimento que uma criança pode receber já que foi especialmente projetado para satisfazer às necessidades de sua espécie. O que o faz inigualável é o fato de que ele satisfaz os aspectos “Nutricionais-Vínculo-Estimulação-Imunidade”, todas estas necessidades inadiáveis do recém-nascido. Estas necessidades nenhum alimento substituto consegue satisfazer de forma tão completa quanto o leite materno.
O leite humano é o alimento ideal para a criança no primeiro ano de vida, porque:
· É um alimento completo e provê todos os nutrientes que o lactente necessita nos primeiros meses de vida.
· Seu conteúdo em nutrientes é o adequado para a imaturidade da função renal e intestinal do bebê, para o crescimento e maturação de seu cérebro e como matéria-prima para as transformações que seu corpo vai sofrendo ao longo do primeiro ano de vida.
· Seus componentes se encontram em uma proporção tal que nenhum deles interfere com a absorção de outro.
· O aporte de substâncias antiinfecciosas chamadas imunoglobulinas é o complemento ideal para as deficiências imunológicas do bebê nos primeiros anos de vida.
· A forma química em que se encontram o ferro e o zinco é a forma ideal para seu melhor aproveitamento.
· O leite materno contém um tipo especial de carboidrato que é necessário para a formação de uma flora intestinal protetora que inibe o desenvolvimento de germes e parasitas intestinais.
· O contato físico com a mãe contribui para fortalecer o vínculo psicoafetivo.
· As mães que amamentam geralmente apresentam períodos de infertilidade mais longos após o nascimento do que as que não amamentam.
· A amamentação imediatamente após o parto estimula a contração do útero para que ele retorne ao seu tamanho original de forma mais rápida.
· Representa a forma mais natural de recuperar o peso após a gravidez, já que a gordura acumulada é consumida para a formação de leite.
· O leite da mãe está disponível em todo o momento e em todo o lugar, à temperatura ideal e em perfeito estado de higiene.
· As crianças que não são amamentadas ao seio apresentam mais risco de adquirir uma grande diversidade de doenças como: diarréia, eczemas, cólicas, infecção respiratória aguda, otite média aguda, bacteremia e alguns tipos de meningite entre outras.
· Vários estudos já demonstraram um efeito protetor do leite materno contra outras doenças que aparecem mais tarde na vida, tais como: asma, diabetes tipo 1 e doenças auto-imunes.
· Para a mãe os benefícios são: diminuição do risco de câncer de mama, aumento da auto-estima e fortalecimento do vínculo mãe-filho ao promover o contato pele a pele.
· Apresenta vantagens econômicas, já que amamentar é muito mais barato do que alimentar a criança com substitutos do leite materno. O custo do alimento extra que a mãe necessita para produzir leite é insignificante em comparação Buy Amoxil com o custo das fórmulas lácteas e a energia consumida para esquentar água, esterilizar mamadeiras, etc.
· Para a sociedade e Estado representa um importante benefício à saúde já que previne a aparição de numerosas doenças que necessitam de hospitalização e que representam um importante gasto para a comunidade.
· Além disto, os lactentes que se alimentam com leite de vaca encontram-se mais expostos a:
· Desidratações, já que necessitam utilizar mais água de seu corpo para formar urina do que os que se alimentam de leite materno.
· Apresentar baixos níveis de cálcio já que o excesso de fósforo do leite de vaca dificulta a absorção de cálcio.
· Diarréias, já que o tipo de flora intestinal que se forma quando se alimentam com leite de vaca não os protege tanto quanto a flora formada com o leite materno.
· A sofrer de anemia, já que o ferro do leite de vaca não é absorvido de forma tão eficiente quanto o leite materno. Além disto, o leite de vaca produz microhemorragias intestinais nos lactentes, o que também pode favorecer a aparição de anemia.
· Ao sofrer de dermatite amoniacal (dermatite das fraldas), já que o excesso de proteínas do leite de vaca que é eliminado pela urina em forma de amoníaco pode produzir dermatite na zona genital.
Os fatores culturais e sociais geram alterações permanentes nos seres humanos que fazem com que o aleitamento materno não seja um comportamento predominantemente instintivo no ser humano. Por isto é possível e muito importante estimular, ajudar, e ensinar a mãe a amamentar melhor desde os primeiros meses da gravidez para que tanto ela quanto a criança possam gozar do benefício da amamentação.
Copyright © 2000 eHealth Latin America





acomplia dosing