Os seios dão apoio imprescindível aos bebês na hora das refeições

March 4, 2009 by danielle  
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Para não dizerem que eu só escrevo sobre frivolidades como a situação internacional e as últimas razões da existência, hoje vou tratar de um assunto sério: o seio.

Para começar, por que existe o seio? Ele não está presente, ao menos não com a mesma, assim, proeminência, nos primatas que nos antecederam. É mesmo difícil lembrar outro animal que tenha seio. Quem disse “Vaca!” está obviamente tentando tumultuar. Retire-se da sala imediatamente.

Especula-se que quando nossos antepassados — ou, no caso, antepassadas — começaram a andar sobre dois pés na savana primeva, sacrificaram seu principal atrativo para os machos da sua espécie, buy phentermine without prescription que já naquele tempo (pelo menos os brasileiros) só pensavam nisso: a bunda empinada. À frente, e não mais as costas, da pré-mulher passou a concentrar todos os seus chamarizes sexuais quando ela virou bípede. Era preciso ter um equivalente da bunda na frente e por isso nasceram os seios. Eles seriam uma bunda que subiu na vida. A teoria não é minha, portanto não aceito protestos.

Outra teoria atribui o desenvolvimento de nádegas frontais ao fato das nossas antepassadas, ao deixarem a fase macaca, mas ainda muito longe de chegarem à fase Gisele Bündchen, terem perdido grande parte do cabelo do corpo. Ou seja: quando o bebê ia mamar na mãe não tinha mais — epa, opa — onde se segurar. Os seios vieram para dar aos bebês o que agarrar, ou no mínimo uma sensação de apoio e tranqüilidade, imprescindível na hora das refeições.

Pois é falsa a idéia de que o tamanho dos seios tenha algo a ver com cialis dosage 20mg a quantidade de leite da mãe.

O leite está presente nas lactantes independentemente do seu equipamento mamário e para o aleitamento bastam os mamilos.

Os seios existiriam, assim, por razões estéticas, sexuais e práticas (o conforto de bebês inseguros e, claro, de adultos com a mesma carência) e para dar dinheiro a cirurgiões plásticos e fabricantes de silicone. O aleitamento seria uma função secundária.

Não sei se você já se deu conta que o leite materno é o único alimento produzido pela natureza exclusivamente para a gente. Todos os outros estão na Terra para serem compartilhados com outras espécies, inclusive o leite materno de outras espécies. Há claro, alimentos feitos ou descobertos pelo homem que nenhum outro animal come, como o caviar — ou pensando bem, a lesma, que só deve ser comida por outras lesmas, e assim mesmo figurativamente.

Mas original e exclusivo, só o leite da mãe. Que, mal-agradecidos, tomamos por pouco tempo e logo abandonamos. Em outro escandaloso exemplo de desperdício de recursos naturais.

Luís Fernando Veríssimo

QUER SABER O DIREITO DOS BEBÊS? LEIA AQUI!

February 19, 2009 by danielle  
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1. DIREITO DE TER UMA MÃE

O instinto materno vem sofrendo mudanças na vida moderna, mãe é mãe e o bebê precisa dela, de seus braços, do aconchego, do seu leite, seus cuidados, sua voz. Mas mãe é mãe, sem hesitação, sem se sentir obrigada, sem ser sacrificada. A essência da maternidade é sua criatividade instintiva para estabelecer uma relação positiva com o bebê. O bebê humano, para alcançar suas amplas potencialidades, leva algum tempo para amadurecer. Para isso, ele necessita de boas condições indispensáveis e oxigenação constante e adequada e de cuidados maternos, que lhe proporcionam um bom desenvolvimento psicomotor.

O crescimento cerebral é intenso e acelerado - mas ao nascer a matéria cinzenta é incompleta, as células ainda não estão prontas. O recém- nascido é um ser indefeso e só funciona por meio da mãe, da qual não pode separar- se. O vínculo que se desnvolve entre ele e a mãe é que lhe confere o amadurecimento do sistema nervoso.

2. DIREITO A UMA BOA OXIGENAÇÃO

O bebê precisa ” aprender” a respirar - sua primeira respiração é o choro do nascimento. Depois que ele expele os líquidos do pulmão, ele começa a buscar oxigênio, ainda com a respiração superficial e rápida. O diafragma começa aprender a levar ar para os pulmões. Como é que o bebê começa a respirar? Pelo toque materno, a cada vez que é manuseado pela mãe, ele respira mais profundamente nos primeiros dias, nesse contato corpo a corpo com ela, ele vai acompanhando o ritmo de sua respiração. É por isso que ele não pode ficar ” hibernando”. Ele precisa ser tocado, manuseado. Passar a mão na cabeça, acarinha- lo, balançá- lo gentilmente, dar o peito tudo isso o ajuda a respirar melhor. Ele não precisa ficar chorando para respirar melhor - precisa é de ” maternagem “, que coloca em ação certos reflexos nervosos que lhe asseguram uma boa respiração. A oxigenação adequada é um dos fatores responsáveis pelo rápido desenvolvimento cerebral. Respirar bem é um dos principais fatores para uma boa forma física e mental para toda vida.

3. DIREITO AO COMPORTAMENTO INSTINTIVO

O bebê apresenta movimentos e reflexos involuntários, considerados ” sem propósito”, mas que têm grande influência na circulação.

Ainda no útero, os movimentos fetaisaumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro e demais tecidos do bebê.

Os ” espantos “, viradas bruscas da cabeça e do corpo têm a finalidade de expandir os capilares e levar mais sangue para os pulmões e o cérebro.

É por isso que, quando os movimentos de um bebê são tolhidos por luvas e macacões constritores par impedir a sucção dos dedos, provoca reações de pânico como se a respiração estivesse faltando. É evidente que a livre movimentação dos músculos é necessária para saúde e bem- estar do bebê.

Os bebês não pensam para agir - seu comportamento é todo instintivo, com reação aos estímulos e toques que determinam o estabelecimento do princípio do prazer- dor- prazer e servem ao sentimento de ter um self.

Enquanto seu amadurecimento não acontece, a mãe tem que pensar por ele, mas com a devida sabedoria para que não se aplique em tornar mais inútil a tarefa deexigir dele níveis mais altos de compreensão.

Mesmo pessoas inteligentes caem na cilada de deixar o bebê chorando ” para aprender”- e mesmo esperar o alimento!

As necessidades do bebê exigem atendimento rápido - somente pelo segundo ano a criança estará pronta para aprender o que lhe convém.

Bebês entregues a si mesmos desenvolvem atitudes autistas de desamparo e sucção deseperada dos dedos.

Há mães que rejeitam os comportamentos preventivos dos bebês, cujas características são exclusivamente biológicas, ligadas a sucção e eliminação do alimento e à respiração, enquanto cérebro desenvolve o bebê cresce. Posturas rígidas, horários certos e controle de fraldas nessa idade precoce são modos ridículos de afrontar a natureza.

4. DIREITO AO SONO

Nos primeiros três meses, o bebê não tem o sono naturalizado - fica numa espécie de torpor enquanto certas funções inernas se organizam.

O sono profundo e regular só acontece pelo fim do terceiro mês. Até lá, o bebê deve ser tirado do seu torpor a intervalos frequentes e levado ao seio. Essas medidas são altamente positivas quanto à oxigenação do cérebro, que se ativa a cada movimentação do corpo e a cada mamada. Tentar ” ensinar” o controle de fraldas precocemente a um bebê é uma atitude rídicula que afronta a natureza.

Deve- se também lembrar que a finalidade de embalar e ninar o bebê lhe confere estímulos sensoriais necessários ao tônus muscular quando se canta ( acalanto).

O sentido biológico do acalanto é que o cérebro está “dormindo sossegado” e que a mamãe está cuidando do soninho.

5. SENTIR E SER TOCADO

A reação dos bebês ao comportamento corporal traduz- se em crises de choro, hábito desesperado de chupar os dedos, outros regurgitam ou entram em estado de inanição ou até em choque.

Quanto mais tiver seus movimentos tolhidos ou se estiver sofrendo de asfixia neonatal, mais seu desenvolvimento se tornará negativo. Os impulsos funcionais são inicialmente muito difusos para se organizarem, precisam de toque e satisfação oral.

O choro nas primeiras semanas tem a finalidade de exercitar a respiração, mas, subsequentemente, se o bebê não é confortado e acalantado, o choro pode persistir como hábito. Além disso, o bebê pode passar a bater a cabeça no berço ou assumir ares de alheamento com o olhar vago e perdido, adquirir hábitos auto- críticos ou retardar a fala.

Quando o vínculo mãe- filho é completo, o desenvolvimento manual flui de maneira integrada. Quem quiser conferir a diferença, é só observar crianças neglignciadas e criadas sem mãe.

6. DIREITO DE TER UM PAi

Embora o papel da mãe junto ao bebê ocupe o primeiro plano, usa cialis o papel do pai não pode ser negligenciado, sob pena de deixar um vácuo na criança. Para ela, uma das experiência mais fortes é sentir que há dois tipos de pessoas no mundo, diferentes nas qualidades e na aparência, e que são complementares e a cujos cuidados o bebê tem direito.

A presença paterna, mesmo que somente por uma hora pela manhã e/ ou a noite, contribui mensuravelmente para o bem- estar da criança e reduz o apego exagerado à mãe, estabelecendo o papel de terceira pessoa na relação exclusiva.

Esse cuidado começa no acompanhamento obstétrico e continua com o pai ajudando a cuidar do bebê.

O vínculo entre seus pais fortalece o tônus emocinal dos bebês, eles não “pensam”, sentem!

Crianças tristonhas, ou com retardo motor ou da fala se beneficiam com a presença do pai e em poder brincar com ele.

7. Cheap Viagra pills DIREITO AO DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL

A expressão das emoções começa por volta do quarto mês - os olhos do bebê focam- se na mãe, ele sorri em sua presença, todo seu sistema motor se mobiliza em antecipação.

Se a mãe desaparece de repente ou fica pouco com ele, ele chora. Além de ser sua fonte de toque e conforto, de estimular sua respiração e lhe dar alimento, ela se torna o “abre-te, Sésamo” para sentimentos de bem- estar e satisfação, ou de tensão e desapontamento.

Seus olhos e ouvidos aguçam- se como receptores, e ele se torna capaz de receber o estímulo emocional da presença da mãe e / ou do pai.

O que mais impressiona são a presença e a voz da mãe, assim ele se alimenta e dorme em seguida, confortavelmente satisfeito com a certeza de ter a mãe ao lado.

A partir dos seis meses, quando está mais apto a sentar e buscar objetos, ele tolera melhor breves períodos de ficar sozinho, sem se sentir abandonado, como também ligar- se a outras figuras da casa.

Desconheendo isso, mesmo mães preparadas, não se dão conta da fase emocional do bebê. Geralmente, ela tem que voltar ao trabalho no terceiro ou quarto mês sem ter tomado providências sobre sua substituta - seja a mãe uma doméstica, uma artista ou uma executiva.

Isso as leva a racear um vínculo muito forte e a ” manha”, mas é justamente o calor do vínculo que vai possibilitar ao bebê aceitar bem a separação. O conceito espartano de deixar o bebê se virar não cabe nessa idade.

As crises de birra não podem ser vistas simplesmente como “gênio forte”, mas são manifestações de hiperextensão necessárias ao estabelecimento do tônus muscular que vai permitir ao bebê sentar- se e andar, isso fica evidente quando esperneia, sinalizando que os músculos querem agir.

E o medo? Há dois tipos de medo: a ansiedade inata ( angústia de nascer) e o medo dirigido àquilo que seja ameaçador ao corpo, principalmente a perda da mãe - esse desconforto se associa as suas necessidades biológicas, fome, dificuldade para respirar e solidão.

Outro dos primeiros medos é o medo do escuro, que o priva de ver a mãe e do estímulo positivo que a luz oferece. O escuro aumenta o sentimento de solidão. Ele só se assusta com barulhos e desconfortos corporais.

Uma mãe substituta pode, progressivamente, captar o olhar do bebê e seu sorriso lhe dirá que ele a reconhece.

As emoções são parte do nosso equipamento existencial e tem valor de sobrevivência. São elas que nos permitem amar, lutar ou fugir - ou pelo menos pensar.

Dra. Relva

Do livro PEDIATRIA RADICAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA

January 28, 2009 by danielle  
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DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA

1 Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade.

2
Direito a especial proteção para seu desenvolvimento físico, mental e social.

3
Direito a um nome e uma nacionalidade.

4
Direito à alimentação, moradia e assistência médica adequadas para a criança e a mãe.

5
Direito à educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente.

6
Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade.

7
Direito à educação gratuita e ao lazer infantil.

8
Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástrofes.

9
Direito a ser protegido contra purchasing acomplia o abandono e a exploração no trabalho.

10
Direito a crescer order pills online without prescription dentro de espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.

Declaração aprovada, por unanimidade, pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 20 de novembro de 1959

Chegaram as férias!

December 12, 2008 by danielle  
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Veja dicas para se divertir com a criançada evitando acidentes!

Chegou a temporada preferida da garotada: as férias escolares. Com elas chegam as viagens, os passeios e mais tempo para as brincadeiras. Essa época do ano vem com muita diversão, mas também com a necessidade de atenção redobrada para evitar acidentes!

Os acidentes na infância representam a principal causa de morte de crianças e adolescentes de 1 a 14 anos no Brasil. Em 2005, segundo o Ministério da Saúde, foram registradas no buying medicine online País aproximadamente seis mil mortes e cerca de 140 mil hospitalizações de crianças com até 14 anos, vítimas de acidentes de trânsito, afogamentos, sufocações, queimaduras, quedas, intoxicações e outros.

Se a opção de lazer para as férias é o parquinho do bairro, a diversão está garantida! Mas são necessários cuidados também! Os atropelamentos, que podem ocorrer durante as brincadeiras de rua ou nos parquinhos próximos de casa, representaram a principal causa de morte de crianças até 14 anos, entre os acidentes de trânsito. Outros acidentes comuns nos parquinhos são as acomplia in usa quedas. Elas representam a principal causa de hospitalização por acidentes de crianças de 0 a 14 anos. Em 2005, o Ministério da Saúde registrou 75.504 internações de crianças nessa faixa etária, vítimas de quedas. Para evitá-las, supervisione a brincadeira da criança e verifique se os equipamentos estão enferrujados, quebrados ou contêm superfícies perigosas. Cuidado também para as brincadeiras com pipas: só em locais abertos, longe dos fios de alta tensão.

Se a programação de férias é pegar estrada com a criançada, é preciso ficar atento também! A segurança dos pequenos durante qualquer trajeto de automóvel precisa estar garantida. Para isso, a criança deve sempre estar no banco de trás e é essencial o uso da cadeirinha ou o equipamento mais adequado de acordo com a altura, o peso e a faixa etária dela. Consulte o Guia da Cadeirinha.

No verão, os destinos mais freqüentes são a praia ou locais com piscina. O afogamento é uma das principais causas de acidentes com crianças - ficando atrás apenas dos acidentes de trânsito. Apenas no ano de 2005, segundo dados do Ministério da Saúde, 1496 crianças morreram vítimas de afogamento. Para evitar este tipo de acidente, recomenda-se o uso de colete salva-vidas e supervisão total enquanto as crianças estiverem na água ou próximas a ela.

Durante o período de férias, as crianças também podem ficar mais tempo em casa. Por este motivo, podem estar mais expostas ao risco de acidentes no ambiente doméstico como quedas, queimaduras, intoxicações ou sufocações, necessitando de supervisão constante dos pais.

A adoção de medidas de prevenção e cuidados básicos garantem que as crianças aproveitem as férias sem sustos e acidentes!

Estudo inédito - A CRIANÇA SEGURA e a Johnson & Johnson acabam de lançar um estudo inédito. O principal objetivo da análise feita foi mostrar as diferenças entre a percepção e comportamento das mães sobre os acidentes com crianças e a realidade dos números. Um dos principais pontos esclarecidos é que as mães desconhecem dados sobre a incidência e a gravidade dessas lesões, o que pode vir a explicar porque, muitas vezes, não adotam medidas preventivas. Acesse o estudo.

A CRIANÇA SEGURA é uma instituição sem fins lucrativos, qualificada como OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, dedicada à promoção da prevenção de acidentes com crianças até 14 anos. Para cumprir sua missão, desenvolve ações de Políticas Públicas – incentivo à discussão sobre o tema e participação nos diálogos referentes às mudanças e adaptações de instrumentos legais que visem a segurança, saúde e bem-estar da criança, Comunicação - informação e alerta sobre a causa para conscientização da sociedade por meio de campanhas e divulgação de assuntos de interesse público e Mobilização – multiplicação do conhecimento da comunidade para modificações no meio através de programas educativos, treinamentos e campanhas.

- Acidentes com crianças no Brasil em números

- Saiba como evitar cada um deles

Fonte: Criança Segura

Dicas de Prevenção

November 20, 2008 by danielle  
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nvenenamento (intoxicação)

Curiosidade é um estágio natural do desenvolvimento da criança, mas isso também pode colocá-la em grande risco de envenenamento e intoxicação não intencional.

Quando expostas ao veneno, crianças sofrem conseqüências mais sérias, pois elas são menores, têm metabolismo rápido e seus organismos são menos capazes de lidar com toxinas químicas.


Como proteger uma criança de um envenenamento (intoxicação)

  • Guarde todos os produtos de higiene e limpeza e medicamentos trancados, fora da vista e do alcance das crianças;

  • Mantenha os produtos em suas embalagens originais. Nunca coloque um produto tóxico em outra embalagem que não a sua. Poderá ser confundido com algo sem perigo;

  • Saiba quais produtos domésticos são tóxicos. Produtos comuns como enxaguantes bucais podem ser nocivos se a criança engolir em grande quantidade;

  • Dê preferência a embalagens de segurança. Tampas de segurança não garantem que a criança não abra a embalagem, mas podem dificultar bastante, a tempo que alguém intervenha;

  • Nunca deixe produtos venenosos, sem atenção enquanto os usa. Só leva alguns segundos para que ocorra um envenenamento;

  • Não crie novas soluções de limpeza misturando diferentes produtos designados para outro fim. Esta nova mistura pode ser nociva às crianças;

  • Sempre leia os rótulos e bulas, siga corretamente as instruções para dar remédios às crianças, baseado no peso e idade, e use apenas o medidor que acompanha as embalagens de medicamentos infantis;

  • Nunca se refira a um medicamento como doce. Isto pode levar a criança a pensar que não é perigoso ou que é agradável de comer. Como as crianças tendem a imitar os adultos, evite tomar medicamentos na frente delas;

  • Saiba quais plantas dentro e ao redor de sua casa são venenosas, remova-as ou deixe-as inacessíveis para as crianças. Veja quais os vegetais tóxicos mais comuns;

  • Ensine as crianças a nunca colocarem na boca folhas, caule, casca, nozes ou sementes de qualquer planta;

  • Quando adquirir um brinquedo para a criança, certifique-se que ele é atóxico, ou seja, não contém componentes tóxicos;

  • Jogue fora medicamentos com data de validade vencida e outros venenos potenciais. Procure em sua garagem, porão e outras áreas de armazenamento por produtos de limpeza ou de trabalho que você não utiliza;

  • Instale detectores de fumaça em sua casa. É estimado que estes detectores, projetados para soar um alarme antes que o nível de monóxido de carbono (fumaça) acumulado seja perigoso, podem prevenir metade das mortes por envenenamento por monóxido de carbono. Se o alarme soar, deixe a casa imediatamente e ligue para o departamento de bombeiros ou serviço de emergência médica;

  • Mantenha telefones de emergência próximos aos aparelhos de telefone de sua casa. Peça para os avós, parentes e amigos fazerem o mesmo;

  • Em caso de intoxicação, entre em contato imediatamente com o pronto-socorro ou Centro de Controle de Toxologia de sua cidade para receber orientações adequadas.


    Saiba mais

  • A grande maioria dos casos de exposição a veneno acontece no ambiente de casa;

  • As crianças mais novas estão naturalmente em maior risco, e a maior freqüência de casos ocorre entre as crianças até 4 anos;

  • Crianças podem ser envenenadas por muitos produtos domésticos comuns, incluindo produtos de limpeza, cosméticos, plantas, corpos estranhos, brinquedos, pesticidas, produtos de arte, tintas, álcool, medicamentos e vitaminas;

  • Chumbo acomplia (rimonabant) online (muito comum em tintas) e monóxido de carbono representam um significativo risco de envenenamento de crianças;

  • As tintas do berço e da parede de sua casa podem conter substâncias tóxicas como chumbo e monóxido de carbono, as quais fazem mal à saúde da criança;

  • Veja as perguntas mais freqüentes.

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