POEMA PARA O DIA DAS MÃES

May 3, 2009 by danielle  
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De Elisa Lucinda

Choram meus filhos pela casa
fraldas colos fanfarras
Meus filhos choram querendo talvez meu peito
ou talvez cheap cialis soft o mesmo único leito que reservei pra mim
Assim aprendi a doar
com o pranto deles
Na marra aprendi a dar mundo a quem do mundo é
A quem ao mundo pertence e de quem sou mera babá
Um dia serei irremediavelmente defasada, demodê
Meus filhos berram meu nome função
querendo pão, ternura, verdade e ainda possibilidade de ilusão
Meus filhos cometem travessuras sábias
no tapa bumerangue da malcriação
Eu que por eles explodi buceta afora afeto adentro
ingiro sozinha o ouro excremento desta generosidade
Aprendo que não valho nada em mim
Que criar pessoa é criar futuro
não há portanto recompensa, indenização
mesquinhas voltas, efêmeros trocos.
Choram pela casa e eu ouço sem ouvidos
porque meus sentidos vivem agora sob a égide da alma

Chupetas punhetas guitarras
meus filhos babam conhecimentos da nova era
no chão de minha casa.
Essa deve ser minha felicidade.
Aprendo a dar meu eu, aquilo que não tem cópia
tampouco similar
E o tempo, esse cuidadoso alfaiate, não me conta nada
Assíduo guardador dos nossos melhores segredos
sabe o enredo da estória
Vai soprando tudo aos poucos e muito aos pouquinhos
Faz eu lembrar que meu pai também já foi pequenininho
Que só por ele ter podido ser meu ontem
Só por ele ter fodido com desesperado desejo minha mãe
um dia eu existi.

Choram meus filhos pela Nasa onde passeamos planetas e reveses
Eu escuto seus computadores, eu limpo suas fezes
faço compressas pra febre, afirmo que quero morrer antes deles
assino um documento onde aceito de bom grado
lhes ter sido a mala o malote a estrela guia
Um dia eles amarão com a mesma online pharmacy without a prescription grandeza que eu
uma pessoa que não pode ser eu
Serão seus filhos suas mulheres seus homens
Eu serei aquela que receberá sua escassa visita
Não serei a preferida.

Serei a quem se agradece displicente
pelo adianto, pela carona
de poderem ter sido humanidade.
Choram meus filhos pela casa
Eu sou a recessiva bússola
a cegonha a garça
com um único presente na mão:
Saber que o amor só é amor quando é troca
E a troca só tem graça quando é de graça.

Crianças vítimas de violência doméstica se sentem culpadas pelas agressões

November 20, 2008 by danielle  
Filed under Notícias

03/11/2008 (Pauta ANDI)

Em boa parte dos casos de violência doméstica contra a criança, a mãe é a principal agressora. Na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, um estudo mostra que as crianças também se acham culpadas pelas agressões, mesmo quando não fizeram nada. “Já os motivos da violência são vários: os pais descontam nos filhos seus traumas, problemas e frustrações. A violência é uma forma tentar extravasar os problemas e o estresse da vida”, conta a historiadora Mirian Botelho Sagim.

Em março deste ano, Mirian apresentou sua tese de doutorado, em que analisou a violência contra crianças e adolescentes no ambiente familiar. acomplia online order O estudo constatou os diversos motivos que provocam a violência doméstica, suas conseqüências e as alternativas para lidar com o problema. Ao todo foram entrevistadas 17 famílias e 77 crianças e adolescentes de 6 a 16 anos. Foi investigado o comportamento das crianças e adolescentes em relação a algumas formas de violência praticada por seu pai ou padrasto: contra suas mães; contra si próprias e suas mães; e a violência de que são vítimas, praticada por seus pais e mães. Em todas essas situações a criança estava presente nos episódios de violência e interferia nas agressões do seu pai contra sua mãe.

Inúmeros casos foram relatados, muitas vezes pais alcoólatras maximizam a revolta que teriam por coisas pequenas, como por exemplo, quando um filho quebra um prato em casa e a mãe o agride por isso. Ciúmes da mãe é um motivo comum para o pai se tornar agressivo, assim como o estresse no trabalho, problemas financeiros, entre outras coisas.

“Há casos em que a própria criança se acha culpada”, descreve Mirian. “Um filho, com fome, pede comida à mãe. Esta acaba respondendo com violência. A criança entende que ela é culpada simplesmente por estar com fome”. Segundo Mirian, na maioria das famílias, caso não aconteça uma intervenção, as agressões vão crescendo e acabam se tornando cíclicas. Qualquer pequena irritação já e motivo para uma agressão, que passa a ocorrer por motivos fúteis. “Com o tempo os filhos consideram as agressões algo que faz parte do cotidiano da família”, alerta a pesquisadora.

As agressões no ambiente familiar podem ter reflexos na vida fora de casa. As crianças e adolescentes agredidos tornam-se pessoas violentas. Mirian explica que a criança considera aquilo normal, pois não tem modelos positivos em casa como referência. Houve um caso de uma adolescente que agrediu violentamente uma colega na escola por ciúmes do namorado. A confusão terminou com a garota na Fundação Casa (antiga Febem) e a amiga no hospital. Na entrevista, ela contou à pesquisadora que era molestada sexualmente pelo pai.

Casos graves

Alguns casos de agressões crônicas evoluem para um quadro de tortura, no qual o pai ou a mãe agressores usam de métodos hediondos para punir os filhos. São casos de queimaduras, choques elétricos, instrumentos de tortura, crianças amarradas, acorrentadas, entre outros. Muitos deles acabam no hospital, com fraturas, queimaduras e traumas profundos. Nestas situações, o estudo verificou que a melhor solução é separar a criança do convívio familiar.

Outro ponto observado é que as crianças sentem muito mais a violência psicológica do que uma agressão física. “A violência física dói, mas passa, e a criança acaba esquecendo. Já a violência psicológica fica na memória e a criança carrega consigo por muito tempo”, esclarece Mirian. price Xenical O trauma é tão forte que oito crianças entrevistadas desenvolveram ódio dos pais devido às agressões psicológicas e expressam o desejo de matá-los como uma forma de cessar a violência.

Esperança

Apesar das agressões sofridas, as crianças e adolescentes gostam dos pais e vêem a família como algo bom. “Elas não querem apanhar, preferem tentar resolver o problema, pois têm medo da família se desfazer e de serem mandados a abrigos. De um modo geral, os filhos gostam de ficar em casa quando não há brigas ou discussões. Eles querem apenas que os pais não briguem e não batam neles”, explica Mirian.

Ela acredita ser possível resolver muitos casos com a formação de grupos de apoio à família, que, atuando nos bairros, evitaria o agravamento do problema. Segundo a pesquisa, a conversa é uma das melhores formas de tratar o problema. As crianças e adolescentes entrevistados afirmam que o dia mais feliz do ano é, nesta ordem, o Natal e o dia em que não apanham.

Com informações da Agência USP

Poema enjoadinho

November 6, 2008 by danielle  
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Filhos . . . Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-lo?
Se não os temos
Que de consulta
Quanto silêncio
Como os queremos!
Banho de mar
Diz que é um porrete . . .
Cônjuge voa
Transpõe o espaço
Engole água
Fica salgada
Se iodifica
Depois, que boa
Que morenaço
Que a esposa fica!
Resultado: filho.
E então começa
A aporrinhação:
Cocô está branco
Cocô está preto
Bebe amoníaco
Comeu botão.
Filhos? Filhos
Melhor não tê-los
Noites de insônia
Cãs prematuras
Prantos convulsos
Meu Deus, salvai-o!
Filhos são o demo
Melhor não tê-los . . .
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Como saber
Que macieza
Nos seus cabelos
Que cheiro morno
Na sua carne
Que gosto doce
Na ionamin without prescription sua boca!
Chupam gilete
Bebem xampu
Ateiam fogo
No quarteirão
Porém que coisa
Que coisa louca
Que coisa linda
Que os filhos são!

Vinícius de Moraes

Ame sua família como se não houvesse amanhã, você diz Eu te amo aos seus amados?

November 5, 2008 by danielle  
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Uma história familiar para meditar sobre declarar o amor pelo seu familiar.

Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogavam bolinhas de gude.
Quando Júlio o menino mais novo disse reductil kaufen ao irmão Ricardo:
Meu querido irmão, eu te Amo muito e nunca quero me separar de você!
Ricardo sem dar muita importância ao que Júlio disse, pergunta:
- O que deu em você moleque?
Que conversa besta é essa de amar?
Quer calar a boca e continuar jogando?
E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer.

À noite o senhor Jacó, pai dos garotos chegou do trabalho,
estava exausto e muito mal humorado,
pois não havia conseguido fechar um negócio importante.
Ao entrar, Jacó olhou para Júlio que sorriu para o pai e disse:
- Olá á papai, eu te Amo muito e não quero nunca me separar do senhor!
Jacó no auge de seu mal humor e stress disse:
- Júlio, estou exausto e nervoso,
então por favor não me venha com besteiras!
Com as palavras ásperas do pai,
Júlio ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto.

Dona Joana, mãe dos garotos sentindo a falta do filho foi procurá-lo pela casa,
até que o encontrou no cantinho do quarto com os olhinhos cheios de lágrimas.
Dona Joana espantada começou a enxugar as lágrimas do filho e perguntou:
- O que foi Júlio, porque choras?
Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste e lhe disse:
-Mamãe, eu te Amo muito e não quero nunca me separar da senhora!
Dona Joana sorriu para o filho e lhe disse:
Meu amado filho, ficaremos sempre juntos!
Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi se deitar.

No quarto do casal, ambos se preparando para se deitar,
Dona Joana pergunta para seu marido Jacó:
- Jacó, o Júlio está muito estranho hoje, não acha?
Jacó muito estressado com o trabalho disse a esposa:
- Esse moleque só está querendo chamar a atenção…
Deita e dorme mulher!
Então todos se recolheram e todos dormiam sossegados.
Às 2 horas da manhã, Júlio se levanta vai ao quarto de seu irmão
Ricardo e fica observando o irmão dormir…
Ricardo incomodado com a claridade acorda e grita com Júlio:
- Seu louco, apaga essa luz e me deixa dormir!
Júlio em silêncio obedeceu o irmão,
apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais…
Chegando ao quarto de seus pais acendeu a luz e ficou
observando seu pai e sua mãe dormirem.
O senhor Jacó acordou e perguntou ao filho:
- O que aconteceu Júlio?
Júlio em silencio só balançou a cabeça em sinal negativo,
respondendo ao pai que nada havia ocorrido.
Daí o senhor Jacó irritado perguntou ao Júlio:
- Então o que foi moleque?
Júlio continuou em silêncio.
Jacó já muito irritado berrou com Júlio:
- Então vai dormir seu doente!
Júlio apagou a luz do quarto se dirigiu ao seu quarto e se deitou.

Na manhã seguinte todos se levantaram cedo,
o senhor Jacó iria trabalhar, a dona Joana levaria as crianças para
a escola e Ricardo e Júlio iriam à escola…
Mas Júlio não se levantou.
Então o senhor Jacó, que já estava muito irritado com Júlio,
entra bufando no quarto do garoto e grita:
- Levanta seu moleque vagabundo!
Júlio nem se mexeu.
Então Jacó avança sobre o garoto e puxa com força o cobertor
do menino com o braço direito levantado pronto para lhe dar
um tapa quando percebe que Júlio
estava com os olhos fechados e que estava pálido.
Jacó assustado colocou a mão sobre o rosto de Júlio
e pôde notar que seu filho estava gelado.
Desesperado Jacó gritou chamando a esposa e o filho Ricardo
para ver o que havia acontecido com Júlio…
Infelizmente o pior.
Júlio estava morto e sem qualquer motivo aparente.
Dona Joana Buy Acomplia Online desesperada abraçou o filho morto e não conseguia
nem respirar de tanto chorar.
Ricardo desconsolado segurou firme a mão do irmão
e só tinha forças para chorar também.
Jacó em desespero soluçando e com os olhos cheios de lágrimas,
percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio.
Jacó então pegou o pequeno pedaço de papel
e havia algo escrito com a letra de Júlio.

“Outra noite Deus veio falar comigo através de um sonho,
disse a mim que apesar de amar minha família e dela me amar,
teríamos que nos separar.
Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário.
Não sei o que vai acontecer mas estou com muito medo.
Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa:
“- Ricardo, não se envergonhe de Amar seu irmão.
- Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo.
- Papai, o senhor de tanto trabalhar se esqueceu de viver.
- Eu Amo todos vocês!”

Desconheço a Autoria do Texto

(*) Essa História é baseada em um Fato Verídico.
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Quantas vezes não temos tempo para amar, e receber o amor que nos é ofertado!
Talvez quando acordamos pode ser tarde demais… mas, ainda há tempo!

Todos os dias são especiais para as mães

November 5, 2008 by danielle  
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online pharmacy no prescription class=”alignright size-medium wp-image-127″ title=”laura7meses-091″ src=”http://maecomcarinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/laura7meses-091-300×225.jpg” alt=”" width=”300″ height=”225″ />

Todas as mães tem um dia em especial para comemorar com seus filhos, mas pelo dia-a-dia o que vejo é que todos os dias são especiais para as mães e devem ser celebrados.

Dia da mãe ?
Mas por quê?
Pois se ela, todo o ano,
nos dá amor e carinho,
nos ampara, nos afaga
e nos dá tudo o que tem.

Sim, por que só nesse dia
nós lhe mostramos interesse?
A mãe merece presentes,
merece beijos, abraços,
caricias e muito mais.

Por isso nós dia a dia
vamos-lhe passar a dar,
com bondade, amor profundo.

Tendo sempre rimonabant to buy em pensamento,
seja qual for o momento,
que nenhum de nós sem ela
estaria agora no mundo.