E viva as papinhas!!!!!

April 24, 2009 by danielle  
Filed under Papinhas para bebês, saúde

Um mês depois de introduzir os sucos, é hora de começar com as papinhas. Feitas com frutas, podem ser amassadas com garfo, raladas e cortadas em pedaços bem pequenos e oferecidas com colher. Essa são as primeiras texturas diferentes que seu filho põe na boca, por isso as caretas são comuns. Isso não deve ser motivo para você desistir. Tenha paciência e seja persistente. Dê pequenas quantidades, e vá experiementando o que ele irá gostar mais. Só depois de oferecer a papinha doce em sete ou oito ocasiões e ele continuar a recusar, é que a possibilidade de o gosto não agradar seu filho deve ser levada em consideração.

As frutras devem ser frescas. O correto é deixar a criança experimentar novos sabores a cada três dias. Comece com a papa de mamão, por exemplo, depois dê maçã, pêra, banana- prata e, assim, vá apresentando novos sabores. Junto com a papas doces podem ser oferecidos mingaus em temperatura ambiente ou levemente aquecidos. Não use açúcar para adoçar as papinhas, o ingrediente só irá encobrir o sabor verdadeiro das frutas e alterar o paladar do pequeno. Além disso, causa desconforto e gases.

Após 6 meses de aleitamento exclusivo, chegou a hora de experimentar novos alimentos!!

April 24, 2009 by danielle  
Filed under Papinhas para bebês, saúde

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (ONU) e o Fundo das Nações Unidas para Infância ( UNICEF), todas as crianças devem ser alimentadas apenas com o leite materno até os seis meses. Após essa idade, o leite da mãe deve continuar no dia-a- dia da criança até os dois anos, junto com alimentos complementares. Caso não consiga amamentar seu filho durante esse período, ofereça leite modificado ( conhecido como fórmula infantil) indicado para sua faixa etária. O leite de vaca só deve entrar no cardápio depois dos dois anos de idade.

Apartir dos seis meses ou um pouco antes ( se o bebê já estiver desmamando) e seguindo as orientações do pediatra, a criança estará pronta para provar outros sabores. Ao introduzir novos alimentos você estará atendendo as exigências nutricionais do bebê. É também a partir dessa idade que a maioria dos bebês já desenvolveu mecanismos de mastigação, deglutição e digestão. Ou seja, estão prontos para ingerir outros alimentos junto com o leite materno.

Comece com apenas uma fruta

O primeiro novo alimento que você deve oferecer ao bebê é o suquinho de frutas. Comece com apenas uma fruta, como a laranja- lima, e aos poucos varie o cardápio para sentir a aceitação do pequeno. Nesse momento, evite as frutas muito cítricas e as favoráveias a alergias, como morango e kiwi. As frutas fornecem sais minerais e vitaminas indispensáveis à criança. Dê preferência as frutas da estação e que sejam do costume familiar.

Ofereça os suquinhos pela manhã e à tarde, no intervalo das mamadas. Comece com 20 ou 30 ml por dia e vá aumentando devagar, até atingir 150 ml. No lugar da mamadeira, dê preferência às canecas com biquinhos adequados à idade da criança. Com o passar do tempo você pode misturar as frutas.

Pra quem pensa que bebê saudável é bebê gorduchinho…

February 26, 2009 by danielle  
Filed under saúde

Os médicos advertem: quanto mais gordo, pior

Forte, rechonchudo, cheio de dobrinhas. No bebê fica uma graça. Mas quem quer ser um adulto obeso? Só que uma situação pode levar a outra. E lá se vai o sossego de tanta gente que passará a vida contando calorias e aprisionada a dietas de fome. Por que arriscar seu filho tanto assim?

O sentido do paladar

Obesidade é doença, sim. E começa ainda no útero, quando uma dieta mal orientada da futura-mamãe leva o bebê a nascer com excesso de peso. E pior: demonstrando preferir os sabores que ela se acostumou a experimentar.

É verdade que o gosto meio alcalino e a consistência sempre igual do líquido amniótico não lhe permitiram desenvolver muito o sentido do paladar. Mas ele consegue distinguir, ainda que de forma rudimentar, o principal: doce, salgado, amargo e ácido.

Se, durante a gestação, sua mãe consumir uma grande quantidade de doces, por exemplo, a tendência é de que ele também venha a gostar mais deste tipo de sabor.

Adeus, dobrinhas

Em média, os meninos nascem com 3,300kg e 51cm. As meninas, com 3,100kg e 50cm. Ocorrem pequenas variações na tabela, mas tem que haver uma certa proporcionalidade entre altura e peso.

Nos padrões antigos, o chamado bebê saudável tinha enormes bochechas, braços, pernas e pescoço cheios de dobrinhas. Hoje, sabe-se que a obesidade causa desde disfunções renais e cardiovasculares a diabetes, distúrbios de crescimento e outras doenças. Além de influir negativamente na auto-imagem e no equilíbrio emocional da criança.

Gordura x formosura

Os atuais índices de crescimento que levam em conta idade, peso e altura consideram obesos os bebês que estão 20% acima da tabela ideal. Para isso, contribuem a herança genética, o sedentarismo, a alimentação inadequada e a própria ansiedade da família.

Não são nada raras as comparações com os bebês das revistas, tão bonitos e…gordinhos. Bem comum também é o hábito de interpretar a simples manha como fome. Ou de achar que seu leite não é suficientemente nutritivo, apelando para uma complementação.

O neném pede ou aceita a comida, não somente pelo apetite. Passa a fazer isto pela necessidade de suprir alguma carência emocional. Daí para a obesidade, o caminho é curto. E cheio de deliciosas tentações.

Nem tudo são doces

De grama em grama, a criança se mostra cada dia mais voraz. Começou fofinha, bolinha mas, alguns anos depois, quando chegar à escola, os apelidos não serão nada carinhosos. Assim como sua relação com os amigos e com ela mesma.

Por isso, tão importante quanto tratar a obesidade é detectá-la o quanto antes. O pediatra normalmente dá o primeiro sinal de alerta. A partir deste ponto, cabe aos pais, com a orientação do médico, promover uma mudança radical no comportamento e nos hábitos alimentares da família.

Os resultados demoram um pouco a aparecer. Mas é preciso insistir. E estar ao lado da criança para, junto com ela, descobrir novos sabores. Menos doces. Muito mais saudáveis.

Até os 6 meses, pelo menos, o bebê só precisa do leite materno. Ele tem todos os nutrientes necessários para o seu pleno desenvolvimento.

A partir do 6º mês, começa a alimentação sólida, com papinhas de frutas e legumes. Aos poucos, vá ampliando o cardápio para que ele consuma também vitaminas, proteínas, carboidratos e sais minerais, na medida certa.

Respeite os horários das refeições principais, evitando substituí-las por mingaus, biscoitos, sanduíches ou sorvetes.

Estimule as atividades físicas, como a natação, indicada desde cedo. Leve seu filho diariamente ao playgroud ou à pracinha, para pedalar, correr, escalar os brinquedos, movimentar-se.

Evite os refrigerantes, que ficam para as festinhas e os finais de semana. Em seu lugar, ofereça sucos de frutas variados.

Lugar de comer é na mesa e não na frente da televisão.

A educação alimentar começa pela família. Afinal, se devorarmos barras de chocolate, como convencer nossos filhos a preferirem frutas na sobremesa?

Atenção!
Não usar jamais a comida como consolo para momentos de tristeza, nem como um tipo de recompensa.

Regina Protasio
Consultoria: Dr. Paulo Roberto Lopes, pediatra. Médico da Unidade Materno-Infantil do Hospital dos Servidores/RJ