Hiperatividade infantil

December 2, 2008 by danielle  
Filed under saúde

Na realidade, determinar qual o nível normal de atividade de uma criança é um assunto controverso.

A purchase drugs online expectativa dos pais em relação ao comportamento de seus filhos normalmente inclui um certo grau de bagunça e desobediência, características que são aceitas como indicativos de saúde e inteligência infantil.

Só que algumas crianças atravessam essa barreira e simplesmente acomplia effects side deixam de ser adoráveis diabinhos e passam a ser um verdadeiro transtorno na vida dos pais, professores e quem mais estiver a sua volta. O mal-comportamento crônico é uma queixa constante entre os pais de crianças hiperativas.

Esses pequenos parecem simplesmente ignorar as regras de convívio social e tendem a receber o rótulo de “más” seja na escola, seja na família. No entanto, é preciso deixar claro que as crianças hiperativas não são, de forma nenhuma, más. Essas crianças têm energia demais e, por isso, se metem em mais encrencas do que a média. Além disso, elas não se convencem facilmente e não conseguem se concentrar na argumentação lógica dos pais já que essas crianças têm extrema dificuldade em sentar e dialogar.

Seu comportamento é a conseqüência de um ciclo vicioso: A criança não se comporta e com isso chama atenção para si. Quem está em volta tende a fazer qualquer coisa para parar a “cena” e acaba fazendo o que a criança quer. Na próxima oportunidade a criança já sabe que acabará conseguindo o que quer no final e não vê motivo para não repetir a falta de comportamento. Como se vê, nessa situação o adulto é o culpado e não a criança já que é ele que acaba cedendo e desistindo de educar a criança. Além do mau comportamento, as crianças hiperativas tendem a dar uma canseira física em quem está a sua volta. Isso porque elas literalmente não param um segundo. Só que toda essa energia não precisa ser desperdiçada em bagunça e destruição.

Bem orientada, a criança hiperativa aprende a canalizar sua energia para atividades construtivas, como a prática de um esporte. O diagnóstico da hiperatividade só pode ser feito por um terapeuta, por isso é importante levar a criança a um especialista se houver dúvidas quanto ao seu comportamento. Mas mesmo antes de um diagnóstico conclusivo, é imprescindível que os pais de crianças consideradas “difíceis” tomem certas atitudes em relação ao seu filho:

1. Dar muita atenção à criança, mesmo que isso signifique um esforço extra ao final de um dia de trabalho
2. Nunca colocar-lhe um rótulo de “má” ou dizer frases do tipo “você não tem jeito” ou “desisti de te educar”
3. Repetir claramente as regras de comportamento sempre que uma situação de risco (como uma ida ao supermercado) estiver para acontecer.

Carta de uma criança Índigo a um professor

December 2, 2008 by danielle  
Filed under saúde

Olá e obrigado por ler a minha carta.

Eu sou aquela criança que normalmente não pára quieta na carteira, e a quem está sempre a dizer para se calar. É que às vezes eu entendo as coisas antes do Senhor acabar de explicar a matéria e se tem de repetir, aborreço-me. Às vezes posso ser muito mal educado ou explosivo para chamar a atenção. Gosto de falar de temas que o senhor “acredita” não serem para a minha idade. Está sempre a dizer aos meus pais que não consigo aprender, no entanto se alguma coisa me interessa aprendo facilmente, mas quando já tenho conhecimentos suficientes side effects of acomplia ponho de lado porque me aborreço.
Não contesto a autoridade mas o entendimento e as explicações. Aprendo por imitação, o seu exemplo para mim é muito importante. Segundo o senhor estou sempre a transgredir as normas e a criar outras. Sou esse génio em “potência” que se se concentra-se em algo seria melhor…

Os meus pais levaram-me ao médico e dizem que tenho ADHD, uma coisa chamada Deficiência de Atenção com Hiperactividade, e isso quer dizer que não paro quieto, não posso prestar atenção durante muito tempo, distraio-me facilmente e além disso sou hiperactivo.
O médico queria que eu tomasse Ritalin ( a minha mãe recusouou dizendo que as anfetaminas criam toxicodependentes), então, ela investigou e agora faço coisas que direccionam a minha energia ( desporto, artes marciais, Tai-chi, Yoga ) e evita dar-me alimentos com açúcar ou glucose e sinto-me mais calmo.

Não gosto que me tratem como criança, talvez saiba menos de certas coisas, mas isso não significa que não saiba, estou no meu processo.
Dê-me mais tempo para assimilar as coisas, pois aprendo de maneira diferente.
Se eu não aprendo de uma forma tradicional… porque usa sempre a mesma maneira? Quem sabe se fosse um método mais prático? Estou sempre a perguntar… porquê? Isso não quer dizer que o estou a pôr à prova, tenho somente curiosidade.
Se não souber a resposta diga-me. Não seja evasivo, guie-me para eu encontrar a resposta.
Gostaria que me incluísse quando tomasse decisões que me afectam, não sou simplesmente mais um aluno.
Gostaria que reconhece-se que sou diferente e não que me classificasse como diferente. Não sou nem mais nem menos que o senhor.
Se me explicasse para que serve o que estudamos e que para conseguir certas coisas preciso de disciplina, reagiria de maneira diferente.
Quando não me conseguir concentrar faça alguma actividade para me distrair: um jogo, música, dança … Mas não grite comigo. Sei que muitas vezes se desespera na sala de aula pois nenhum de nós lhe prestamos atenção. Já se preocupou em saber o que realmente nos interessa?

Despeço-me com Amor

José Manuel
( este texto cheap drugs no prescription foi escrito por José Manuel Piedrafita Moreno, Educador e Índigo Adulto. É livre de usar e divulgá-lo desde que não altere integral ou parcialmente, incluindo os créditos).