Amamentar é especial, amamente também mamãe!
November 27, 2008 by danielle
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Muito se fala sobre os aspectos nutricionais dos alimentos na mídia. Nas prateleiras dos supermercados observamos óleos vegetais com ômega 3, alimentos isentos de colesterol, pobres em gorduras saturadas e assim por diante. O consumidor está ficando esclarecido e exigindo seus direitos.
Você sabe por que o leite materno é o alimento ideal para o seu bebê?
Porque é um alimento de grande complexidade biológica sem substituto equivalente.
A lactose, açúcar predominante no leite materno, e a presença de uma substância denominada Fator Bifidus favorecem o crescimento de Lactobacilus no intestino do bebê, que protegem contra o crescimento de germes patogênicos.
No leite materno existe um Fator de Crescimento responsável por acelerar o desenvolvimento das células intestinais do recém buy acomplia rimonabant - buy acomplia online without a prescription drugs on line nascido. Este crescimento é importante para impedir a entrada de substâncias estranhas no organismo do bebê que possam desencadear processos alérgicos em fases posteriores de sua vida.
É importante salientar que outros leites, quando fornecidos aos bebês nos primeiros dias após o nascimento, podem intervir nos mecanismos protetores acima mencionados.
O leite materno é rico em proteínas de defesa imunológica e gordura ômega 3, importante no desenvolvimento do sistema nervoso central do recém nascido e na formação da retina ocular. O conteúdo desta gordura é quase quatro vezes maior no leite materno do que no leite de vaca.
A proteína do leite materno é de mais fácil digestão do que a do leite de vaca ou fórmulas.
Além das vantagens imediatas, o leite materno pode trazer benefícios por toda a vida. Seguem alguns:
- Crianças exclusivamente amamentadas por ao menos seis meses têm incidência diminuída de obesidade e hipertensão na adolescência;
- Crianças que recebem fórmulas infantis a base de leite de vaca antes dos dois meses de idade tem mais probabilidade de desenvolver diabetes;
- Crianças amamentadas exclusivamente têm menos infecções de ouvido do que as não amamentadas;
- A amamentação protege também contra diarréia e infecções das vias respiratórias da criança devido às características protetoras e imunológicas do leite materno citadas anteriormente;
- Crianças alimentadas ao seio apresentam melhor visão e desempenho em testes cognitivos quando amamentadas por períodos prolongados;
- Amamentar exclusivamente pode reduzir o risco de câncer de ovário e de mama que surgem antes da menopausa.
Além de suas vantagens nutricionais e de defesa, amamentar é prático, econômico e aumenta o vínculo entre a mãe e o filho.
Com tantas vantagens é possível não incentivar este consumo?
AMAMENTE E INCENTIVE A AMAMENTAÇÃO! VOCÊ ESTARÁ INCENTIVANDO A SAÚDE!
Relatora: Dra. Vera Lúcia Figueiredo Senise
Membro do Departamento de Neonatologia da SPSP; Chefe do Serviço de Neonatologia do Hospital Ipiranga, da Secretaria de Estado da Saúde, SP.
Amamentação exclusiva reduz risco de infecção por HIV, diz estudo
November 13, 2008 by danielle
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Mulheres infectadas pelo HIV que alimentam seus filhos apenas com leite materno podem reduzir de maneira significativa o risco de transmitir o vírus causador da Aids para as crianças, revela um estudo publicado na edição desta sexta-feira da revista médica britânica “The Lancet”.
A promoção da amamentação é um grande dilema para os envolvidos na prevenção da Aids, porque pode servir de vetor de transmissão do vírus para a criança.
Até order prescription drugs online agora, este risco de transmissão pós-natal era considerado muito alto: entre 10% e 20%.
O artigo diz, entretanto, que as estimativas de risco não distinguiam entre a amamentação exclusiva e a alimentação mista, na qual a criança é parcialmente amamentada e parcialmente alimentada com comida sólida ou fórmula infantil.
Os dados do estudo, focado na relação entre a alimentação infantil e a transmissão mãe-filho do HIV, realizado por dois cientistas sul-africanos, levaram a uma revisão das diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a prevenção da Aids em recém-nascidos.
Estudo
Os cientistas recrutaram grávidas atendidas em clínicas pré-natais em KwaZulu-Natal, a província da África do Sul mais afetada pela Aids.
A maioria das mulheres foi incluída em um grupo que apenas amamentou seus filhos. As outras foram incluídas em dois outros grupos: o primeiro, de alimentação mista, e o segundo, que adotou exclusivamente comida ou fórmula buy cheap acomplia infantil para alimentar os filhos.
Depois de três meses, a taxa de infecção por HIV entre o grupo que amamentou exclusivamente foi de 4,04%.
Entre o grupo que fez uso da alimentação mista, os bebês que receberam a fórmula láctea junto com leite materno se mostraram duas vezes mais propensos à infecção por HIV.
Aqueles que se alimentaram com comida sólida –normalmente mingau de cereais– mostraram-se 11 vezes mais propensos à infecção do que o grupo exclusivamente lactente.
Além disso, a taxa de mortalidade aos três meses entre os bebês alimentados somente com leite materno foi de 6,1%, enquanto a dos que receberam alimentação substitutiva foi de 15,1%.
Causas
Um dos principais autores do estudo, Nigel Rollins, da Universidade de KwaZulu-Natal, disse que os motivos de a alimentação mista representar um risco maior de infecção ainda precisam ser investigados.
Uma das causas levantadas é que as proteínas encontradas na fórmula láctea aumentam a vulnerabilidade do organismo da criança ao HIV, afirmou Rollins.
Ao todo, 1.372 crianças foram acompanhadas no estudo, 83% das quais pertenciam ao grupo alimentado exclusivamente com leite materno.
OMS
O artigo é um dos três grandes estudos examinados em outubro passado por um painel de especialistas da OMS, que sugeriu mudanças nas diretrizes de amamentação da organização, estabelecidas em 2000.
Estas diretrizes recomendam às mulheres infectadas com HIV que amamentem exclusivamente seus bebês nos primeiros seis meses de vida, a menos que haja disponibilidade de comida substitutiva de boa qualidade, segura e acessível.
Quando esse alimento substitutivo estiver disponível, a mãe deve adotá-lo por completo e parar de amamentar, a fim de impedir o risco de infecção.
Segundo a agência OnuAids, a cada ano, mais de 300 mil crianças são infectadas com o vírus da imunodeficiência humana depois do nascimento.
Leite Materno: fundamental para o bebê
November 11, 2008 by danielle
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Você já deve ter ouvido falar que amamentar é um ato de amor. A afirmaçâo está mais que certa. Ao oferecer o seio ao bebê desde as primeiras horas de vida até, pelo menos, os seis meses de idade a mãe estreita os laços afetivos com o filho e ainda oferece a “refeição” de melhor qualidade para aquele momento. O leite materno é o ideal para as necessidades físicas e psíquicas do pequeno. De que forma? Esse poderoso líquido promove os níveis adequados de desenvolvimento e crecimento e ainda ajuda o bebê adquirir imunidade a diversos microrganismos.
A mãe também ganha. Estudos já mostraram que a mãe que amamenta tem menos probabilidade de desenvolver câncer de mama e ter depressão pós- parto. Quer mais uma vantagem? A amamentação ajuda o corpo voltar mais rapidamente à sua forma anterior. Além de tudo é prática. Oleite não precisa ser preparado, vem na temperatura ideal, está disponível a todo momento e é de graça.
De onde vem o leite?
A produção de leite está diretamente ligada ao hormônio prolactina. Quando o bebê suga o peito materno, uma mensagem é enviada ao cérebro da mâe, que no mesmo instante libera mais prolactina, aumentando a produção de leite. Por isso, quanto mais o bebê mamar, mais leite vai produzir. Durante as mamadas, há outro hormônio que também entra em ação: a oxitocina. Ele faz com que as células bem pequeninas que existem ao redor das glândulas mamárias se contraiam e ejetem o leite nos primeiros canais e nas áreas de armazenamento próximos dos mamilos. Por isso, o leite vaza ou começa a jorrar quando o bebê encosta a boca no mamilo. Como são dois hormônios estimuladso pela hipófise ( uma glândula do cérebro), algumas mulheres não precisam nem que o bebê mame para produzir mais leite. Só de pensar no bebê ou falar nele, elas já sentem o leite circular. Importante: a produção de leite não tem nada a ver com o tamanho das mamas. Sejam elas pequenas ou grandes, a sucção do bebê e o bem- estar da mãe é que determinarão a quantidade do leite.
Há muita mães que encontram dificuldades quando começam amamentar seu bebê. Isso não deve ser motivo para elas desistirem de amamentar. Procure descansar e relaxar, assim como beber bastante água, assim a produção de leite não ficará prejudicada e você poderá amamentar seu filho com satisfação.
Primeiro, o colostro
O primeiro leite que a mulher produz é o colostro. Semelhante a uma secreção, é um pouco turvo, pegajoso e amarelado. Apesar do aspecto estranho, é o alimento ideal para o beb~e nos primeiros dias de vida: proteege- o contra infecções e equilibra o funcionamento intetinal nas primeiras horas de vida. Constituído de lactalbumina e lactoglobulina (proteínas), muita gordura e pouca ou nenhuma caseína ( outro tipo de proteína), o colostro se modifica para o leite ( nesse momento chamado de leite de transição) entre o terceiro e o quinto dia após o parto. É quando as mulheres sentes a mamas pesadas e ligeiramente quentes.
Alimentação da mamãe
Esse é o momento de se dedicar ao seu filho e dar a ele o melhor que puder. Por isso, esqueça por enquanto, o plano de fazer dieta. Lembre- se que a amamentação vai, naturalmente, ajudar o útero a voltar ao tamanho normal e o corpo a se recuperar mais rápido.
Com a amamentação do bebê voc~e necessitará de mais calorias para manter seu corpo em funcionamento. Procure manter uma dieta equilibrada e divid em seis refeições diárias.
Fique tranquila para amamentar
Embora o momento da mamada não cheap drugs tenhaa que fazer parte de nenhum ritual, nas primeiras vezes é importante se cercar de cuidados para garantir o sucesso. O bebê já nasce com reflexo de sucção, que se forma a partir da 34 semana de gestação. Após o parto, ele só precisa se adaptar ao movimento. Procure um lugar tranquilo e arejado, escolha uma poltrona confortável, um travesseiro para apoiar o bebê, uma fraldinha, caso o leite escorra e um copo e água (há muitas mulheres que sentem sede quando estão amamentando).
Coloque o bebê para mamr os dois lados. Mas só ofereça o segundo depois de esvaziar o primeiro. Acontece que o leite produzido no final da mamada tem maior concentração de gordura ( nutriente importante para o desenvolvimento e crescimento do bebê). Espere o bebê largar o bico, coloque- o para arrotar e só então oferça o segundo peito. Na próxima mamada, comece por esse último seio.
Nos primeiros dias o bebê precisa ser alimentado de oito a doze vezes por dia, inclusive durante a noite. É o bebê que vai determinar quanto tempo ele ficará em cada seio.
ÁGUA OU CHÁ?
Até os seis meses, o beb~e que é alimentao exclusivamente no peito não precisa receber nenhum alimento complementar. Nem mesmo água. Acontece que algumas mães, ao verem o bebê chorando, identificam que ele está com alguma dor ou necessitando de algum complemento na alimentação. É quando entram as receitinhas caseiras das vovós. Água com um pouquinho de açúcar, chá de camomila ou hortelã para cólicas e assim por diante. Apesar de ser acomplia no prescription um hábito antigo, hoje os especialistas sabem que os chazinhos não são assim tão inofensivos. Alguns deles se apropriam o ferro do leite materno e o carregam para as fezes, impedindo a absorção inadequada. A falta de ferro está diretamente ligada a anemia. O chá também é um estimulador do sistema nervoso, podendo deixar o bebê irritado. Já a água só deve ser oferecida depois que o leite materno deixou de ser o alimento exclusivo do bebê.


