Disque-Piolho tira dúvidas de pais e escolas

February 25, 2009 by danielle  
Filed under saúde

Serviço da Fiocruz fornece orientação sobre tratamento e prevenção do mal

Rio - Crianças que sofrem com a infestação por piolhos, que ocorre sobretudo na volta às aulas, ganharam um aliado para ajudar a combater o incômodo: o Disque-Piolho. Pelo serviço, os responsáveis podem tirar dúvidas e receber orientações sobre como tratar e prevenir generic cialis buy online o problema. Além disso, professores podem agendar cursos de capacitação para lidar com o transtorno nas escolas. O serviço telefônico (2598-4379, ramal 126) faz parte de projeto do Laboratório de Educação, Ambiente e Saúde do Intituto Oswaldo Cruz (IOC).

Idealizador do Disque-Piolho, o pesquisador Julio Vianna Barbosa ressalta que informações como o que é o piolho, que doenças ele pode transmitir e como evitar o contágio são passadas com linguagem bastante simples. Barbosa lembra que os atendentes não prescrevem medicamentos, mas orientam a população a procurar médico em caso de infestação. Segundo o especialista, no retorno às aulas a freqüência das ligações aumenta, chegando a dez por dia.

“Na volta às aulas, os piolhos se transformam em vilões. Com a aglomeração diária de crianças, eles encontram o ambiente ideal buy meds online without prescription para se reproduzir”, disse.

CABELO LIMPO

O pesquisador explica que a incidência de piolhos não está relacionada à falta de higiene, pois, segundo ele, o inseto gosta de cabelo limpo. Barbosa esclarece que o bichinho não pula nem voa, e é passado de uma cabeça para outra pelo vento, através do contato direto ou do compartilhamento de objetos pessoais, como pentes e bonés. Por isso, é importante não dividir escovas, presilhas, chapéus e travesseiros.

Além disso, os pais devem inspecionar a cabeça dos filhos diariamente à procura de piolhos e lêndeas. Segundo o pesquisador, passar o pente fino todos os dias é o meio mais eficaz de combater o mal.

“Os medicamentos são utilizados pelos pais por serem mais práticos, mas não têm efeito sobre os ovos do parasito e permanecem na circulação sangüínea, podendo causar males à criança”, diz