Amamentação recomendada para proteger bebês durante surto de gripe suína.

May 26, 2009 by danielle  
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United States Breastfeeding Committee - (HealthNewsDigest.com) – Washington, DC –

1 de maio de 2009 – 19:39:25

traduzido por:  Regina Garcez

Enquanto o país monitora o aumento do surto de “gripe suína,” o United States Breastfeeding Committee (USBC) recomenda o aleitamento materno como estratégia importante para evitar infecção. O Centers for Disease Control and Prevention (CDC) distribuiu orientações atualizadas hoje sobre considerações da gripe suína ( H1N1), relativas à gestação e ao aleitamento materno, dizendo:  “Os bebês não amamentados estão especialmente vulneráveis a infecções e hospitalização por doença respiratória severa. Mulheres que dão bebês à luz devem ser estimuladas a iniciar cedo o aleitamento e a alimentar os filhos com frequência.”

Especialistas médicos concordam com o  U.S. Department drugs online without prescription of Health and Human Services que recomenda o aleitamento exclusivo por seis meses e sua manutenção durante o primeiro ano de vida e além. A presidente do USBC,  Joan Younger Meek, MD MS, RD, FAAP, FABM, IBCLC, afirma a importância da amamentação em situações de emergência: “Pesquisas mostram, sem dúvida, que a amamentação é uma fonte segura e confiável de alimento, com uma infinidade de células e anticorpos que combatem totalmente as doenças, ajudando a proteger os bebês contra germes e enfermidades. Mães expostas à gripe produzem proteção específica aos filhos, transmitindo-as aos bebês através de seu leite. As fórmulas preparadas não oferecem essas propriedades específicas de combate a infecções. A suplementação desnecessária com fórmula deve ser eliminada, para que o bebê possa receber o máximo possível de anticorpos protetores maternos e outros fatores protetores imunológicos.”

As mulheres podem continuar a amamentar enquanto recebem medicamentos antivirais. A orientação do CDC recomenda que, se a mulher adoecer, deverá manter o aleitamento e aumentar a frequência das mamadas. Se a mãe ou o bebê estiver tão doente a ponto de ter dificuldades para alimentar ou ser alimentado diretamente no seio, ela deve ser estimulada a retirar o leite para dá-lo à criança. Em algumas situações, os bebês podem conseguir usar leite humano doado de bancos de leite certificados pela Human Milk Banking Association of North America.

O CDC informa que o risco de a gripe H1N1 (suína) ser transmitida pelo leite materno ainda é desconhecido e que relatos de gripes sazonais transmitidas através dele são raros. Além disso, quando a mãe começa a mostrar sintomas de gripe, o bebê está também exposto a eles. O leite da mãe pode oferecer proteção adicional ao bebê contra complicações da gripe, como sintomas respiratórios severos, diarréia, outras infecções gastrointestinais e desidratação.

Além de manter o aleitamento materno, pais e cuidadores ajudam a proteger o bebê contra disseminação de germes, quando:

-Adultos e bebês tiverem as mãos lavadas, com freqüência, com sabão e água, em especial, após os bebês colocarem as mãos na boca.

- Mães e bebês forem mantidos próximos o mais possível e encorajados, bem cedo e com frequência, a terem contato pela pele.

- Houver limites de partilhamento de brinquedos e outros itens que tenham passado pela boca do bebê, com a lavagem completa das mãos, usando sabão e água, e dos objetos.

- Chupetas (inclusive o prendedor da chupeta e a alça) e outros itens forem mantidos afastados da boca dos adultos ou de outros bebês antes de serem dados ao seu bebê.

- Tiverem nariz e boca cobertos ao tossir ou espirrar.

Mais informações sobre a gripe suína podem ser obtidas no site do CDC (H1N1 Flu Web site).

Outras informações sobre amamentação podem ser obtidas através do The National Women’s Health Information Center.

Médicos e outros provedores de atendimento de saúde estão habilitados a oferecer ajuda e responder a perguntas sobre amamentação e profissionais de apoio e especialistas em amamentação podem ser localizados através da International Lactation Consultant Association, do programa USDA Food and Nutrition Service Women, Infants and Children (WIC) Program, e da  La Leche League International.

O USBC organiza order cialis without prescription as organizações. Suas opiniões não refletem, necessariamente, as de todos os membros da organização e as opiniões manifestadas pelos representantes dos membros do  USBC também não refletem, necessariamente, o que pensa esse centro.

United States Breastfeeding Committee (USBC) – Comitê de Aleitamento Materno dos Estados Unidos

O United States Breastfeeding Committee (USBC) é uma coalisão independente e sem fins lucrativos de 41 organizações profissionais, educacionais e governamentais influentes, representando mais de meio milhão de profissionais preocupados e famílias atendidas, o USBC e as organizações filiadas têm a mesma missão de melhorar a saúde do país através do trabalho conjunto de proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno.

Mais informações sobre esse centro podem ser obtidas em:

www.usbreastfeeding.org.

www.HealthNewsDigest.com

Leite Materno: fundamental para o bebê

November 11, 2008 by danielle  
Filed under Diversos, aleitamento

Você já deve ter ouvido falar que amamentar é um ato de amor. A afirmaçâo está mais que certa. Ao oferecer o seio ao bebê desde as primeiras horas de vida até, pelo menos, os seis meses de idade a mãe estreita os laços afetivos com o filho e ainda oferece a “refeição” de melhor qualidade para aquele momento. O leite materno é o ideal para as necessidades físicas e psíquicas do pequeno. De que forma? Esse poderoso líquido promove os níveis adequados de desenvolvimento e crecimento e ainda ajuda o bebê adquirir imunidade a diversos microrganismos.

A mãe também ganha. Estudos já mostraram que a mãe que amamenta tem menos probabilidade de desenvolver câncer de mama e ter depressão pós- parto. Quer mais uma vantagem? A amamentação ajuda o corpo voltar mais rapidamente à sua forma anterior. Além de tudo é prática. Oleite não precisa ser preparado, vem na temperatura ideal, está disponível a todo momento e é de graça.

De onde vem o leite?

A produção de leite está diretamente ligada ao hormônio prolactina. Quando o bebê suga o peito materno, uma mensagem é enviada ao cérebro da mâe, que no mesmo instante libera mais prolactina, aumentando a produção de leite. Por isso, quanto mais o bebê mamar, mais leite vai produzir. Durante as mamadas, há outro hormônio que também entra em ação: a oxitocina. Ele faz com que as células bem pequeninas que existem ao redor das glândulas mamárias se contraiam e ejetem o leite nos primeiros canais e nas áreas de armazenamento próximos dos mamilos. Por isso, o leite vaza ou começa a jorrar quando o bebê encosta a boca no mamilo. Como são dois hormônios estimuladso pela hipófise ( uma glândula do cérebro), algumas mulheres não precisam nem que o bebê mame para produzir mais leite. Só de pensar no bebê ou falar nele, elas já sentem o leite circular. Importante: a produção de leite não tem nada a ver com o tamanho das mamas. Sejam elas pequenas ou grandes, a sucção do bebê e o bem- estar da mãe é que determinarão a quantidade do leite.

Há muita mães que encontram dificuldades quando começam amamentar seu bebê. Isso não deve ser motivo para elas desistirem de amamentar. Procure descansar e relaxar, assim como beber bastante água, assim a produção de leite não ficará prejudicada e você poderá amamentar seu filho com satisfação.

Primeiro, o colostro

O primeiro leite que a mulher produz é o colostro. Semelhante a uma secreção, é um pouco turvo, pegajoso e amarelado. Apesar do aspecto estranho, é o alimento ideal para o beb~e nos primeiros dias de vida: proteege- o contra infecções e equilibra o funcionamento intetinal nas primeiras horas de vida. Constituído de lactalbumina e lactoglobulina (proteínas), muita gordura e pouca ou nenhuma caseína ( outro tipo de proteína), o colostro se modifica para o leite ( nesse momento chamado de leite de transição) entre o terceiro e o quinto dia após o parto. É quando as mulheres sentes a mamas pesadas e ligeiramente quentes.

Alimentação da mamãe

Esse é o momento de se dedicar ao seu filho e dar a ele o melhor que puder. Por isso, esqueça por enquanto, o plano de fazer dieta. Lembre- se que a amamentação vai, naturalmente, ajudar o útero a voltar ao tamanho normal e o corpo a se recuperar mais rápido.

Com a amamentação do bebê voc~e necessitará de mais calorias para manter seu corpo em funcionamento. Procure manter uma dieta equilibrada e divid em seis refeições diárias.

Fique tranquila para amamentar

Embora o momento da mamada não cheap drugs tenhaa que fazer parte de nenhum ritual, nas primeiras vezes é importante se cercar de cuidados para garantir o sucesso. O bebê já nasce com reflexo de sucção, que se forma a partir da 34 semana de gestação. Após o parto, ele só precisa se adaptar ao movimento. Procure um lugar tranquilo e arejado, escolha uma poltrona confortável, um travesseiro para apoiar o bebê, uma fraldinha, caso o leite escorra e um copo e água (há muitas mulheres que sentem sede quando estão amamentando).

Coloque o bebê para mamr os dois lados. Mas só ofereça o segundo depois de esvaziar o primeiro. Acontece que o leite produzido no final da mamada tem maior concentração de gordura ( nutriente importante para o desenvolvimento e crescimento do bebê). Espere o bebê largar o bico, coloque- o para arrotar e só então oferça o segundo peito. Na próxima mamada, comece por esse último seio.

Nos primeiros dias o bebê precisa ser alimentado de oito a doze vezes por dia, inclusive durante a noite. É o bebê que vai determinar quanto tempo ele ficará em cada seio.

ÁGUA OU CHÁ?

Até os seis meses, o beb~e que é alimentao exclusivamente no peito não precisa receber nenhum alimento complementar. Nem mesmo água. Acontece que algumas mães, ao verem o bebê chorando, identificam que ele está com alguma dor ou necessitando de algum complemento na alimentação. É quando entram as receitinhas caseiras das vovós. Água com um pouquinho de açúcar, chá de camomila ou hortelã para cólicas e assim por diante. Apesar de ser acomplia no prescription um hábito antigo, hoje os especialistas sabem que os chazinhos não são assim tão inofensivos. Alguns deles se apropriam o ferro do leite materno e o carregam para as fezes, impedindo a absorção inadequada. A falta de ferro está diretamente ligada a anemia. O chá também é um estimulador do sistema nervoso, podendo deixar o bebê irritado. Já a água só deve ser oferecida depois que o leite materno deixou de ser o alimento exclusivo do bebê.